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Marketing esportivo vai dominar o mundo!

por Victor Assis

Associar marcas a grandes eventos ou clubes trazem grandes resultados. No Brasil essa prática está ficando cada vez mais comum e os gestores de marketing tem colhido bons frutos investindo milhões para estampar suas marcas em eventos ou clubes.

Eventos esportivos como a Copa Libertadores, Copa do Mundo, Olimpíadas e até patrocínio de times de vôlei como a Nestlé e o time de Osasco, Rexona e o time do Rio de Janeiro e o patrocínio da Crefisa na camisa do Palmeiras são exemplos desse tipo de investimento. A estratégia e formas de patrocínio podem se diferenciar dependendo da estratégia de cada marca, temos a Allianz com Naming Rights do estário do Palmeiras, e o caso recente no campeonato Paulista do time que leva o nome da Red Bull.

Mas está mais que provado que apenas o patrocínio do evento (por mais exposição que tenha) não é o suficiente para colocar a marca na mente do consumidor, algumas outras marcas como Castrol, Continental, Sony, Oi e Garoto não conseguiram associar a marca a Copa do Mundo do ano passado. É extremamente necessário um planejamento estratégico de como levar isso ao consumidor final dos produtos, desde um trabalho no ambiente digital até foco nas ativações durante o evento. Por este motivo, diversas agências de publicidade estão voltando suas atenções para especialistas deste mercado.

Você sabia que a FIAT não foi patrocinadora oficial da Copa do Mundo 2014? Ou que a Nike não investe um centavo na Champions League e na Copa do Mundo?

Muitas marcas não investem sequer 1 centavo nestes eventos e acabam, de certa forma ganhando espaço com uma publicidade forte e voltada para a massa que as fazem serem vistas como patrocinadoras de grandes eventos ou clubes. Você sabia que a FIAT não foi patrocinadora oficial da Copa do Mundo 2014? Ou que a Nike não investe um centavo na Champions League e na Copa do Mundo?

Além disso, existem marcas que criaram tanta identidade com um clube que até hoje estão associadas com eles, a Palmalat com o Palmeiras e a Pepsi com o Corinthians são exemplos disso. Tudo isso é explicado pela forma como as marcas trabalham com seus patrocínios e com o desempenho do clube naquele período. A Parmalat fez parte dos anos de ouro do Palmeiras na década de 90, a Pepsi chegou até a lançar uma garrafa comemorativa para os torcedores do Corinthians, correndo o risco de rejeição por parte de torcedores dos outros times.

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Se comparado a Europa ou Estados Unidos, o marketing esportivo ainda está engatinhando no Brasil. Mas temos um cenário favorável para o crescimento dessa área, com as novas arenas e campeonatos cada vez mais bem organizados. Naming Rights, patrocínio de clubes, grandes eventos acontecendo no Brasil são combustível para este crescimento.

 


Victor Assis é publicitário e especialista em brand marketing. Amante de esportes, já trabalhou grandes marcas globais, entre elas eventos esportivos como a Copa do Mundo 2014 atuando com a adidas em parceria com o Google e Twitter. Atualmente ativa a marca GE nas Olimpíadas Rio 2016.


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