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Avell, e-sports e teclado mecânico: Um nicho para ser explorado

por Victor Vasques

Você conhece a Avell? Se não for gamer hardcore, provavelmente a resposta seja “nunca ouvi falar”, mas esta marca brasileira tem os notebooks com o melhor desempenho do mercado. São verdadeiros monstros portáteis e agora virão com teclado mecânico. Calma, eu vou traduzir/explicar melhor.

Esse tipo de teclado vem se tornando cada vez mais comum em outros países, principalmente entre gamers, que buscam um feedback mais suave e preciso. E apostar em um nicho específico é o que vem trazendo bons resultados a marca brasileira. Eles pretendem aumentar em 20% as vendas só com esta novidade. Explicando em detalhes, o teclado tradicional (de membrana) utiliza conectores – superior e inferior – que, ao encostar, fecham o circuito e enviam o sinal elétrico para o computador. Já o modelo mecânico, possui um mecanismo responsável por cada tecla, exigindo menos pressão nas teclas (aquela sensação que você está “surrando” os pequenos botões).

“Além do feedback mais suave e preciso, temos vantagens adicionais. Investimos em tecnologia magnética, o que torna possível manter o sistema de um teclado mecânico em um teclado de baixo perfil, estilo chiclete e mais leve, garantindo total portabilidade ao notebook. Além disso, teclados mecânicos são mais resistentes e, em caso de problemas, é mais rápido localizar a causa, facilitando o processo de reparo sem afetar o teclado como um todo – como acontece com modelos de membrana. Outro diferencial importante é a capacidade de customização do teclado em RGB: a retroiluminação foi desenvolvida através de LEDs individuais em suas teclas, o que permite personalizações por parte do usuário”, afirma Emerson Salomão, fundador da Avell.

Pode parecer um mero detalhe, mas a vantagem está nos detalhes. Para quem passa horas no computador, o impacto é bem grande. Uso como exemplo a minha experiência com o mouse novo da Logitech. No começo parece uma bobeira, mas depois que se acostuma, não dá para viver sem.

Além disso, a Avell não está dando tiro no escuro. Pesquisas da SuperData Research e da Newzoo apontam que o mercado de games mundial faturou US$ 99,6 bilhões em 2016, registrando aumento de 8,5% comparado ao ano anterior. Neste contexto, a América Latina representa 4% do mercado, faturando US$ 4,1 bilhões. Já o Brasil obteve um faturamento de US$ 1,3 bilhão. Isso sem falar no mercado de e-sports. Basta olharmos os dados que foram apresentados durante o GBiz (o Com limão fez uma cobertura via twitter sobre o evento focado em negócios de e-sports. Estamos falando de um mercado de mais de um bilhão onde a Avell pode voar.

 


Victor Vasques é designer, editor chefe do Com limão e sócio proprietário da Citrus Consultoria. Como gestor de marcas e criativo, já atuou com grandes marcas, como Discovery, UOL, iG, Globo.com e VEJA.

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