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	<title>Com Limão &#187; Arquitetura</title>
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	<description>Com limão é mais gostoso!</description>
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		<title>Micropod: Escritórios de jardim como solução sustentável</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 03:37:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
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		<description><![CDATA[Com bela arquitetura, escritórios de jardim poderiam ser uma solução para o ambiente corporativo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Inicialmente este texto era para ser apenas um <em>tweet</em> no @redeecoblogs sobre o <a href="http://digitaldrops.com.br/drops/2011/12/micropod-um-estudio-no-jardim-de-casa.html" target="_blank">post publicado no blog Digital Drops</a>, do digníssimo Nick Ellis. No entanto, algumas coisas me deixaram incomodado e ideias começaram a proliferar no meu cérebro, na mesma rapidez (e inquietude) que um gato lutando kung-fu.</p>
<p>Antes de tudo, deixe explicar quem é o foco do nosso <em>brainstorm</em> de hoje. Lançado pela inglesa Pod Space, o <a href="http://www.pod-space.co.uk/pods/micro-pod/" target="_blank">Micropod é um escritório de jardim</a>, quase como um quiosque de campo para <em>workholics</em>.</p>
<p>Medindo 2,5 x 2,0 m de espaço interno, cada Micropod tem piso emborrachado, claraboia auto-limpante, iluminação artificial, mesa e prateleiras. Aqui já começo a pensar: Por que não aumentar o espaço para luz natural? Se a resposta é privacidade, então por que não instalamos placas solares no “telhado” do espaço, fazendo com que cada Micropod seja autossustentável?</p>
<p>Talvez isso deixasse mais caro o produto, mas a própria empresa permite que os Micropods sejam customizados e faria total sentido já que é um escritório de JARDIM, além de cada pequeno escritório já custar “salgadamente” 10.800 libras, algo em torno de 30 mil reais.</p>
<p>Outra ideia é para o sistema de ventilação. Já vimos que este não é o tipo de produto para lugares com clima frio, ou seja, podemos trabalhar com a ventilação natural. Talvez <a href="http://www.ecoblogs.com.br/ecoblog/olimpiadas-2012-como-a-sustentabilidade-renovou-londres/" target="_blank">aberturas como as do velódromo de Londres</a>, que permitem a circulação do ar. Neste caso vale observar que duas paredes não possuem prateleiras ou qualquer coisa que impedissem de ter aberturas inteligentes.</p>
<p>Outra ideia é transformar um conjunto de Micropod em escritórios permanentes e sustentáveis. Com um cálculo rápido, dá para ver que o metro quadrado do produto custa pouco mais de seis mil reais. Se formos imaginar que o metro quadrado em um <a href="http://veja.abril.com.br/vejasp/especial_guia_imobiliario/p_066.shtml">bairro nobre de São Paulo custa cerca de 9 mil reais</a>, pode ser interessante (e mais barato) ter um Micropod por funcionário, já que cada espaço vem pronto com mesa e iluminação.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5283" title="com-limao-micropod-escritorio-jardim" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-micropod-escritorio-jardim-post01.jpg" alt="" width="474" height="249" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5283" title="com-limao-micropod-escritorio-jardim" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-micropod-escritorio-jardim-post02.jpg" alt="" width="474" height="249" /></p>
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		<title>Europa sustentável: Projetos para pontos turísticos do velho continente</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 00:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[COP 17]]></category>
		<category><![CDATA[GE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De monumento verde a iluminação em LEDs. Confira os projetos para pontos turísticos do velho continente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi desta vez que o mundo está salvo da poluição e do aquecimento global. Na última semana vimos políticos, representantes de nações e tantas outras personalidades se reunindo em Durban, na África do Sul para colocar em xeque o Tratado de Kioto, durante <a href="http://www.cop17-cmp7durban.com/">o COP-17</a>. Apesar de a conferência colocar os principais poluidores do planeta azul contra a parede, as metas obrigatórias só serão <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cop/cop-consegue-fechar-acordo-para-clima-mas-criticos-queriam-mais/n1597406087428.html">firmadas e validadas em 2015</a>, ou seja, temos pela frente mais alguns anos de <em>poluição free</em>, ao invés de <em>carbono free</em>.</p>
<p>Apesar de toda esta discussão sobre o meio ambiente, quem chamou atenção dos noticiários na última semana de novembro foi um audacioso projeto francês.</p>
<p>Imagine transformar o cartão-postal da França em uma grande árvore artificial. Parece loucura, mas era essa a ideia dos arquitetos do grupo Ginger e <a href="http://plus.lefigaro.fr/note/crazy-plan-unveiled-to-cover-the-eiffel-tower-with-plants-20111130-614519">divulgado pelo jornal Le Figaro</a>. Com tom quase de brincadeira, o projeto previa colocar 600 mil plantas na Torre Eiffel, durante os próximos quatro anos. O valor da “repaginada ecológica”? Apenas 72 milhões de euros. Eu me pergunto o que são alguns milhões de euros para uma região onde a crise econômica nem está preocupando tanto?</p>
<p>Para quem acha isso é uma coisa sem fundamentos, o projeto previa que, dos 84,2 toneladas de CO2 emitidos pelo monumento, 87,8 seriam absorvidos pela nova iniciativa. Uma conta até que lógica vista deste ponto, mas que sensatamente recusada pela cidade e pela <em>The Société d’Exploitation de la Tour Eiffel </em>(Sete), responsável pela torre.</p>
<p>Confesso que acho até engraçado a ideia surreal de mudar um monumento do porte da Torre Eiffel desta maneira. Afinal, existem tantas outras maneiras de transformar estes pontos turísticos em locais mais responsáveis com o meio ambiente.</p>
<p>Quer outro exemplo? Um exemplo real e, até mesmo simples? A GE, em parceria com a EDF Energy, fará com que Londres reduza em 40% o consumo de energia na iluminação da Tower Bridge.</p>
<p>O novo projeto substituirá a iluminação atual, em funcionamento há 25 anos, por lâmpadas de LEDs e terá como objetivo realçar a arquitetura centenária da ponte. É claro que toda essa iniciativa não tem apenas o foco sustentável, mas o projeto também mira o turismo na cidade, já que Londres receberá em 2012 os Jogos Olímpicos, Paraolímpicos e o Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth. Tudo indica que será um belo espetáculo, pelo menos a noite.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5212" title="com-limao-tower-bridgel-sustentabilidade" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-tower-bridgel-sustentabilidade-post01.jpg" alt="" width="474" height="282" /></p>
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		<title>Prédios sustentáveis: Do telhado verde ao bambu como matéria prima</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/12/07/predios-sustentaveis-do-telhado-verde-ao-bambu-como-materia-prima/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 04:09:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Bambu]]></category>
		<category><![CDATA[Blok K]]></category>
		<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Indonésia]]></category>
		<category><![CDATA[NL Architects]]></category>
		<category><![CDATA[Telhado Verde]]></category>

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		<description><![CDATA[Na Holanda, prédio de telhado verde com arquitetura orgânica, na Indonésia, estrutura toda é feita de bambu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de falar sobre o projeto da holandesa NL Architects, preciso explicar para aqueles que ainda não conhecem, o conceito de telhado verde. Usando técnicas de drenagem e impermeabilização, o objetivo é cultivar plantas no telhado do edifício.</p>
<p>A vantagem disso tudo? Além de diminuir a poluição em grandes centros urbanos e criar novas áreas verdes, os telhados verdes melhoram as condições térmicas internas dos edifícios e aumentam a umidade relativa da região.</p>
<p>Agora que você já sabe um pouco mais sobre os telhados verdes, quero apresentar o Blok K. Projeto criado na área leste de Amsterdã e que tem como objetivo revitalizar a região (vale ressaltar que o Blok K é apenas uma parte de um grande projeto de 500 moradias e um parque). No entanto, a NL Architects, responsável pelo desenho do Blok K, não se conteve em apenas aplicar um telhado verde no projeto. Ela remodelou a forma do prédio para que as curvas permitam a entrada de mais luz natural.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5171" title="com-limao-blok-k-holanda" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-blok-k-holanda-post01.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5171" title="com-limao-blok-k-holanda" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-blok-k-holanda-post02.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5171" title="com-limao-blok-k-holanda" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-blok-k-holanda-post03.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5171" title="com-limao-blok-k-holanda" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-blok-k-holanda-post04.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5171" title="com-limao-blok-k-holanda" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-blok-k-holanda-post05.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5171" title="com-limao-blok-k-holanda" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-blok-k-holanda-post06.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p>Já que estamos falando sobre prédios sustentáveis, uma notícia chamou atenção nos últimos dias. De acordo com a agência de notícias EFE, a Indonésia deve abrigar o maior prédio de bambu já feito no mundo.</p>
<p>Com três andares e dois mil metros quadrados, o edifício vai abrigar uma fábrica de chocolates orgânicos, na Ilha de Bali.</p>
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		<title>Smart Cities: O divórcio entre a sustentabilidade e a qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 03:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com espaços padronizados e 100% conectadas, cidades inteligentes são a solução para o futuro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar a tecer os comentários do texto abaixo, gostaria de compartilhar um pouco sobre o processo de criação deste texto. O pontapé inicial se deu após ter lido o texto “<a href="http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/por-dentro-do-laboratorio-americano-que-esta-criando-a-cidade-do-futuro#leitura" target="_blank">Por dentro do instituto americano que está criando as cidades inteligentes do futuro</a>”. Coincidentemente, alguns minutos depois – nem se quer lembro o porquê – acabei “tropeçando” na vista aérea do distrito de Eixample, em Barcelona.</p>
<p>Para começar, de acordo com o texto da Veja.com, em 2050 a população mundial será de seis bilhões nas áreas urbanas, ou seja, seria como colocar toda a população atual em cidades. Se algumas cidades brasileiras já são uma loucura, imagine comportar mais pessoas.</p>
<p>Aliás, aqui entra mais um elemento que pode ser usado como fonte de pesquisa. Ultimamente tenho ido a campo em busca de uma casa. Por ter família grande, animais e afins, estou em busca de uma casa. Quem disse que acho uma casa em São Paulo? Todos os espaços disponíveis são prédios, com suas sacadas altas e seus condomínios caríssimos.</p>
<p>É aqui que entra o <a href="http://g.co/maps/dbk6c" target="_blank">“bairro planejado” de Barcelona</a>. Para quem anda nas ruas, a sensação é quase imperceptível, já pela vista aérea, podemos ver o quanto a região é padronizada. Com blocos que lembram uma grande base de lego (sabe aquelas peças grandes, que usamos como base para brincar?), a região é organizada de forma quase que sistemática e milimétrica.</p>
<p>Também é neste momento que cruzamos com outro ponto do texto escrito pelo jornalista Marco Túlio, da Veja. Nele, o autor diz que o MIT (Massachusetts Institute of Technology) tem algumas cartas na manga para resolver o problema deste acumulo de pessoas. Chamadas de cidades inteligentes, ou smart cities, as soluções são diversas e vão de soluções para o fim dos congestionamentos, passando por carros públicos ou, até mesmo, uma cidade inteira conectada na “nuvem” digital.</p>
<p>Ainda no texto, alguns exemplos de moradia são apresentados pelo MIT, como, por exemplo, o apartamento modular – com paredes móveis e mobília integrada. Paredes móveis, cidades com bairros planejados, conexão sem fim. Até o momento tudo parece uma grande maravilha, no entanto acho que estamos esquecendo-se de alguns pontos.</p>
<p>Muitos destes projetos pregam a sustentabilidade como ferramenta e bandeira primária, mas esquecemos de que sustentabilidade também pode ter a ver com qualidade de vida. Será que viver em um apartamento em que “basta” arrastar a parede para transformar o quarto em uma sala ou viver 24hrs por dia conectado é ter qualidade de vida?</p>
<p>Segundo Betsy Parrow, psicóloga e professora da Universidade de Columbia, <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/pessoas+estao+usando+a+internet+como+memoria+externa/n1597080262935.html">a internet tem mudado o modo como as pessoas armazenam e buscam informações</a> no próprio cérebro. Uma pesquisa de Parrow mostrou que, ao não se lembrar de algo, o primeiro impulso das pessoas é pensar no computador como forma de armazenagem e busca.</p>
<p>Quer mais um exemplo? Quem já morou no Japão ou teve certa estadia pelas terras do sol nascente sabe que espaço não é um dom de algumas moradias de lá. Isso se dá porque a população do país cresceu e o país são apenas algumas ilhas no Oceano Pacífico.</p>
<p>Agora para os que acham que eu estou sendo muito trágico ou pessimista, e adorariam me acertar com seus tablets para mostrar de que forma a tecnologia pode fazer mal, vou usar um exemplo mais “fofinho”. Basta assistir o filme Wall-e, da Pixar, para entender um pouco sobre o que estou tentando dizer. Será que uma sociedade padronizada e totalmente conectada pode realmente nos fazer bem ou vamos virar gordinhos sistemáticos com dependência digital? Não sei, mas ainda acho que uma pitada de caos ainda é necessária para tornar nosso cotidiano divertido.</p>
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		<title>Artificial Topography: A natureza artificial como escape do cotidiano</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/11/26/artificial-topography-a-natureza-artificial-como-escape-do-cotidiano/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Nov 2011 19:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
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		<category><![CDATA[Natureza]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Arquiteto japonês cria caverna artificial, que serve como espaço para fugir do cotidiano agitado das grandes cidades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já diria o matuto<a href="http://www.youtube.com/watch?v=-KSGe35PdBQ" target="_blank"> Jessier Quirino</a>: “<em>Uma coisa que não existe no sertão é problema caudiaco. O problema caudiaco é uma doença que se adquiri com o virus da letra I: Imposto de renda, IPTU, ingarrafamento e istress. E no sertão não tem essas palavras</em>”.</p>
<p>Já que poucos são os agraciados em viver em um ambiente livre dos “is”, não podemos esquecer que precisamos de um método de catarse. Seja disparando tiros em uma disputa online, ouvindo uma boa música ou se jogando dentro de uma caverna artificial.</p>
<p>Isso mesmo, uma caverna artificial. Pelo menos este é o projeto do arquiteto <a href="http://www.fads-design.jp/index.html" target="_blank">Ryumei Fujiki</a>, autor do “Artificial Topography”.</p>
<p>A obra, ou mobília, como ele prefere chamar foi projetada dentro de um contêiner e é esculpida em mil folhas de material plástico macio que, juntos, se transformam em uma grande caverna moderna e foi feita para o Kobe Biennial Committee, no Japão.</p>
<p>Com formas orgânicas e totalmente branco, o espaço é ideal para quem quer ter um momento para relaxar, já que o plástico macio tem a textura de um sofá.</p>
<p>Se me permitem um singelo comentário e com todo respeito ao arquiteto, acho que por se tratar de um mobiliário, faria alguns ajustes. Aliás, apenas dois.</p>
<p>Primeiro colocaria uma cor com  o branco, algo como um laranja ou alguma outra cor clara. Todo branco e com parede macias&#8230; isso me lembrou uma sala de confinamento para loucos perigosos, ainda bem que não tem porta.</p>
<p>A segunda ideia é uma porta com isolamento acústico. Não uma porta comum, mas de vidro ou qualquer outro material transparente. Claro que isso acarretaria em um ajuste na ventilação do espaço, mas não vejo outra maneira de relaxar sem um isolamento acústico ou colocando o Artificial Topography no jardim de uma bela casa de campo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5046" title="com-limao-artificial-topography-japao" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/11/com-limao-artificial-topography-japao-post01.jpg" alt="" width="474" height="376" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5046" title="com-limao-artificial-topography-japao" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/11/com-limao-artificial-topography-japao-post02.jpg" alt="" width="474" height="376" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5046" title="com-limao-artificial-topography-japao" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/11/com-limao-artificial-topography-japao-post03.jpg" alt="" width="474" height="376" /></p>
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		<title>Riverpark Farm: A fazenda moderna no meio dos arranha-céus de NY</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 16:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Restaurante]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Inaugurado em Setembro de 2011, restaurante nova-iorquino tem fazenda própria para cultivar seus alimentos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o constante aumento da preocupação em relação aos desgastes no meio ambiente, procedências e o uso de agrotóxicos nos alimentos, muitas pessoas acabam criando suas próprias hortas.</p>
<p>No entanto, imagine fazer isso em grande escala. Imagine um restaurante onde a preocupação com os alimentos é uma bandeira tão bem defendida, ao ponto de ser criada uma fazenda bem no meio de uma selva de pedras.</p>
<p>Localizado no final da East 29th Street, em Nova York, o <a href="http://www.riverparkfarm.com/farmtable.php" target="_blank">Riverpark Farm</a> foi inaugurado no último mês de Setembro e tem como proposta apresentar pratos feitos com ingredientes naturais e cultivados no próprio local. Como nem tudo pode brotar no topo de um prédio, os demais alimentos usados pelo restaurante são comprados de uma fazenda orgânica fora da região metropolitana.</p>
<p>Criada em uma fazenda móvel, feita a partir de caixas de madeira empilhadas, o Riverpark Farm pode ser reorganizado e transportado para outros lugares em caso de necessidade. Isso sem contar a arquitetura fantástica do local, que transforma qualquer almoço em um belo piquenique.</p>
<p>Bem ao lado do Empire State, o restaurante é uma ótima sugestão para quem quer dar um tempo na vida agitada de uma das maiores cidades do mundo e degustar uma alimentação saudável.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post01.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post02.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post03.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post04.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
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		<title>Construa pontes e não muros &#8211; A ficus elastica e os indianos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 03:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stuart</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pontes]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecimento arboricultural transmitido entre gerações criam pontes naturais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Construa pontes e não muros. Uma comunidade chamada Nongriat em Meghalaya, na Índia, tem essa filosofia a mais de 500 anos e deu muito certo. Não são simplesmente pontes. São pontes vivas.</p>
<p>Na região de Cherrapunji há mais de 15 metros de precipitação anual e com isso, certamente há muitas inundações, aumentando o fluxo dos rios. Por consequência, poucas pontes de madeira ou aço suportariam o poder destrutivo desses rios. O transporte muitas vezes é feito através dos rios e quando ele volta a sua quietude, não há mais pontes, mas mesmo assim é necessário pescar, lavar roupa, ir de uma comunidade a outra. A pergunta que fica no ar é: como fazer isso?</p>
<p>Os moradores locais tem a resposta através de uma espécie de seringueira, a &#8220;ficus elastica&#8221;, que do alto do seu tronco, descem raízes secundárias que crescem em grande profusão, formando assim as pontes vivas. As tribos antigas perceberam que podiam usar essas raízes para criar passagens sobre a água, centenas de anos atrás, usando troncos ocos para guiar o crescimento dessas raízes. Uma vez que as raízes vão de encontro à margem vizinha, elas não param de crescer e se fortalecer.</p>
<p>Leva de 10 a 15 anos pra que uma ponte se forme e depois de pronta, os moradores adaptam pra melhor uso, mas ela pode suportar até 50 pessoas por vez. Esse conhecimento arboricultural é passado dos mais velhos para os mais jovens por gerações e gerações e que continuam o trabalho.</p>
<p>As pontes são tão incríveis, que ganharam destaque na série &#8220;<a title="Planeta Humano" href="http://comlimao.com/2011/05/04/discovery-channel-promove-intervencao-urbana-e-exposicao-no-masp/" target="_blank">Planeta Humano</a>&#8220;, da Discovery. Para ser mais exato, no episódio 7 da série, trecho que você confere abaixo. Muito mais que uma ideia criativa, as pontes naturais são um belo exemplo de que o homem pode viver muito bem em harmonia com o meio ambiente.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=V7RaW1-tfKU"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=V7RaW1-tfKU"></embed></object></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4406" title="com_limao_india_pontes_naturais-post01" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/09/com_limao_india_pontes_naturais-post01.jpg" alt="" width="474" height="239" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4406" title="com_limao_india_pontes_naturais-post02" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/09/com_limao_india_pontes_naturais-post02.jpg" alt="" width="474" height="239" /></p>
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		<title>O lar dos fãs de Star Wars: Até onde vai a paixão?</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/08/20/o-lar-dos-fas-de-star-wars-ate-onde-vai-a-paixao/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 16:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[A Liga]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Decoração]]></category>
		<category><![CDATA[Fã]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

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		<description><![CDATA[Até onde vai uma admiração? Fãs de Star Wars decoram suas casas com objetos da série de George Lucas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana apresentei no Twitter do Com limão um livro sobre a série Star Wars. Com direito a sons e mais um monte de itens para colecionador, nem consigo imaginar que o comprei por engano (bendito botão “compre com um clique”), pois ele é muito mais que um simples livro. Ele é um item de decoração.</p>
<p>Assim como o apartamento que quero mostrar para vocês hoje. Não sei se existem estes tipos de<a href="http://www.olx.com.br/imoveis-cat-16" target="_blank"> imoveis venda</a>, mas com certeza é apenas para fãs <em>hardcore</em> da série.</p>
<p>Com direito a bustos de personagens, legiões de Stormtroopers e sabres de luz de diversas cores, alguns imóveis até que são bonitos. Já outros, com Darth Vader e Yoda em tamanho real, são de surpreender até mesmo quem gosta de série de George Lucas.</p>
<p>Particularmente adoro toys, mas ter um personagem em tamanho real é um exagero.</p>
<p>Por falar em exagero, também inclui um vídeo, feito pelo site YodaNews, de um apartamento hyper decorado com coisas da cultura nerd.</p>
<p>Afinal nem só de Star Wars um nerd vive, temos Senhor dos Anéis, Matrix e tantos outros. Só exagerou no desenho de parede que aparece aos 53 segundos.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=3vcqoXNGevE"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=3vcqoXNGevE"></embed></object></p>
<p>Agora, antes de acabar essa demonstração de paixão do mundo nerd, vamos parar alguns minutos para uma reflexão. Fui só eu, ou mais alguém também se lembrou do filme “Um virgem de 40 anos”?</p>
<p>Será que uma pessoa que chega ao ponto de ter uma coleção destas pode ser considerada maluca? Será que é possível conviver ao lado de uma pessoa que tem fanatismo por uma banda, um artista, desenho ou jogos?</p>
<p>Vale citar o episódio “Fanáticos”, do programa A Liga, para tirarmos mais conclusões sobre este tipo de fã. Na minha opinião, acho fantástico apartamentos como estes, mas prefiro deixar estas loucuras para quem não pretende casar.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post01.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post02.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post03.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post04.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post05.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post06.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post07.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post08.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post09.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post10.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post11.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post12.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post13.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4109" title="com_limao_apartamento_imovel_star_wars" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_apartamento_imovel_star_wars-post14.jpg" alt="" width="474" /></p>
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		<item>
		<title>Loft em São Francisco: US$ 3 mi por um ambiente moderno e luxuoso</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 19:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Loft]]></category>
		<category><![CDATA[Luxo]]></category>

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		<description><![CDATA[Criado em parceria com os especialistas da Martin Building Co., loft em São Francisco transforma galpão em casa de luxo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para muitos o sonho de ganhar na loteria representa se libertar das amarras do trabalho, correr nu pela empresa e chutar o computador do chefe. Confesso que se ganhasse, ainda manteria algumas destas sugestões, mas sem dúvidas não largaria meu trabalho.</p>
<p>Quem já teve oportunidade de discutir um pouco sobre profissões comigo sabe que, muito mais que gostar, eu amo o que faço. Trabalhar com branding, montar um projeto de design ou simplesmente comunicar é o meu entretenimento. Ok, soou um bem workholic isso.</p>
<p>Agora se ganhasse uma bolada milionária, sem dúvidas direcionaria esse dinheiro para comprar coisas, como um loft de 3.32 milhões de dólares.</p>
<p>Localizado na região sul de São Francisco, essa beleza da arquitetura moderna é um sonho de consumo para quem quer viver bem. Com direito a uma Jacuzzi ao ar livre e a harmonia perfeita entre ferro e madeira.</p>
<p>Projetado em parceria com a <a href="http://www.martinbuilding.com" target="_blank">Martin Building Co.</a>, uma especialista em transformar galpões em casas de luxo, esse loft seria o espaço ideal para servir de sede para o Com limão. Alguém discorda?</p>
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		<title>O preço de um lar: 300 dólares, nem mais nem menos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 01:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Derick Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Sarkar]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vijay Govindarajan]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta por economista e marketeiro, concepção de casa a 300 US$ tenta abrir os olhos de empresas e governos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, um desafio foi deixado às empresas, aos governos e às ONG’s: substituir favelas por moradias bem estruturadas e higienizadas que não custem mais que 300 dólares. Isso mesmo, apenas 300 dólares!</p>
<p>O economista Vijay Govindarajan, da Universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, em parceria com Christian Sarkar, profissional de marketing de longa data, elaborou a proposta mirabolante em um artigo publicado pela <em>Harvard Business Review</em>.</p>
<p>De tão surpreendente, a ideia fisgou pessoas de todo o mundo pelo colarinho. Menos, ao que parece, a mídia e as autoridades brasileiras.</p>
<p>A repercussão do artigo foi instantânea. Logo ganhou as páginas da revista britânica <em>The Economist</em>,<em> </em>em abril deste ano. Desde o sucesso inicial, os autores tentam extrair do projeto uma gota de realidade, de factibilidade. Isso por meio do <a href="http://300house.com/" target="_blank">blog 300house.com</a> &#8211; lugar em que são discutidas as maneiras mais eficientes para que o plano seja posto em prática &#8211; e dos esforços de estudantes, voluntários e intelectuais, que atuam em diversas áreas, do design aos modelos de negócios.</p>
<p>Mesmo que qualquer país, de acordo com os criadores, possa ser alvo do projeto, há lugares, como o Brasil, em que a carência por moradias adequadas é extrema. Indonésia, Haiti e Índia podem, portanto, compor o primeiro time de beneficiados.</p>
<p>Não à toa, é daí que surge a minha inquietação. A ideia, por mais que pudesse ser freada pela realidade brasileira – burocracia excessiva, ineficiência da administração pública, escassez de terrenos e etc -, merecia o escrutínio da imprensa nacional, que nem sequer tocou no assunto. O desafio proposto passou em branco pelo Brasil. Se não chegou aos jornais, revistas e blogs, imaginem se a informação despertou o interesse de algum canastrão do Planalto.</p>
<p>Teses como essa, apesar de parecerem ingênuas, se compatibilizam com o perfil de consumidores ao qual aderimos. Hoje, nós queremos bons produtos a preços baixos. As empresas também ganhariam com casas a 300 dólares. Esta seria uma oportunidade para fornecerem bens e serviços a milhões de pessoas que ainda não sabem o que é viver bem. Colocar em prática um projeto ambicioso como <em>300house</em> significaria utilizar o capitalismo contra ele mesmo. Ou seja, ganhar dinheiro com a diminuição da desigualdade social.</p>
<p>Como uma casa pode chegar a 300 dólares? Primeiramente, uma gigantesca escala de produção. Por isso a presença da iniciativa publica-privada no projeto seria imprescindível. Apenas eles conseguiriam reduzir os custos de cada componente utilizado na construção e financiar o valor das casas.</p>
<p>As casas seriam construídas de modo a atender as necessidades básicas dos moradores. No entanto, todos os componentes seriam de última geração. Painéis solares seriam um dos atrativos. Eles abasteceriam a casa com energia limpa. Água filtrada, esgoto e tela contra mosquitos são outros dos <em>features</em> essenciais.</p>
<p>Já em relação ao design, nada ainda foi feito. Isso porque os criadores, por meio de um concurso encerrado em junho, deixaram a responsabilidade para designers de todo o mundo. Os vencedores, além de receberem prêmio de 25.000 dólares, terão a chance de ver erguidas as paredes, portas e janelas, que antes representavam um emaranhado de traços em seus esboços originais.</p>
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