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	<title>Com Limão &#187; Comunicação</title>
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	<description>Com limão é mais gostoso!</description>
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		<title>Nova marca HP: Eu já vi essa história com a GAP&#8230; e não deu certo</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 00:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[HP]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Redesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Moving Brands redesenha a marca HP e abusa no minimalismo. Ousadia extrema ou um grande erro? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, o poder de convencimento das agências! Presente de deus para os pequeninos vendedores de bens intangíveis. Em minha opinião esta é a melhor maneira de definir o porquê alguns clientes compram ideias surreais e malucas. É claro que algumas vezes este tipo de ousadia é bem vinda, mas quando o assunto é produto/marca ligada ao varejo, temos que lembrar que todo cuidado é pouco.</p>
<p>Agora imagine o quão delicado é fazer uma mudança ousada, principalmente para uma marca que está no mercado desde 1941. Sim, uma marca que já sobreviveu a guerras, transpôs crises econômicas e galgou lugar na estratosfera das marcas. Este poderia ser o resumo da HP.</p>
<p>A Hewlett-Packard Company, em seu nome original, é uma destas empresas. Com faturamento de milhões e posições privilegiadas nas lojas e no coração dos consumidores.</p>
<p>Junte um cliente deste tamanho a uma agência com sedes em Londres, Zurique, Tóquio e São Franscisco e teremos a nova marca e identidade visual da empresa. Pelo menos foi isso que aconteceu quando a HP contratou a <a href="http://www.movingbrands.com/?category_name=hp-work" target="_blank">Moving Brands</a> para repaginar muito mais que um logo, uma essência.</p>
<p>Apresentada no site da empresa e <a href="http://twitter.com/#!/LOGOBR/status/146344650876256257" target="_blank">confirmada pelos nossos amigos do Logo BR</a>, a nova identidade da HP pode até parecer um projeto interessante, mas basta alguns minutos de análise para ver que a ideia é parecida com um piquenique em um campo minado.</p>
<p>Alguns dirão: “Ora, victor. Não seja tão trágico!”. Mas antes que digam isso, deixe explicar um pouco do meu ponto de vista. Não que a Moving Brands tenha transformado o “h” e o “p” em dois trapinhos prateados, longe disso!</p>
<p>No entanto, só de tirar o círculo que formava a base da marca, o logo já perde peso visual. Aqui está o problema! Se ela está presente no varejo, uma grande selva de marcas onde o darwinismo é aplicado da melhor forma na comunicação, não seria um perigo perder visibilidade?</p>
<p>A coisa piora com a previsão da marca para 2021. Como assim ela vai virar um traço?! A Moving Brands deve estar criando uma grande pegadinha, só pode! Não, eles chamam de “ultimate simplicity”. Se vocês me perdoam o momento de revolta, um traço inclinado a 13 graus como marca é uma piada para a semiótica.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post02.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p>Só o “progresso 2011” já é um desafio para o consumidor comum, o que diremos da simplicidade para 2021. Não concorda? Então veja como transformo o lindo HP em um fantástico BP. Perfeito, né? Só se a marca foi comprada pela British Petroleum e eu não estou sabendo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post01.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p>Vale ressaltar que não estou aqui para criticar todo o projeto, pelo contrário, as aplicações do “eixo 13º” na identidade visual da marca são geniais. Coisas como o visor de quantidade de tinta em impressoras ou o ângulo de perspectiva das fotografias dos anúncios são belas “sacadas”.</p>
<p>Um trabalho complicado, mas quem disse que trabalhar com marcas é fácil. Só posso dizer que ao ver todo esse “show”  com a nova marca da HP, sinto um dèjá vu&#8230; <a href="http://www.momentomkt.com.br/blog/?p=30" target="_blank">um dèjá vu chamado GAP</a>. Alguém mais lembra?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post03.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post04.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post05.jpg" alt="" width="474" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Elevator Pitch: Como vender uma ideia dentro do elevador</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/11/28/elevator-pitch-como-vender-uma-ideia-dentro-do-elevador/</link>
		<comments>http://comlimao.com/2011/11/28/elevator-pitch-como-vender-uma-ideia-dentro-do-elevador/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 03:45:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Franzolim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Audrey Watters]]></category>
		<category><![CDATA[Ideia]]></category>
		<category><![CDATA[Monkey Business]]></category>
		<category><![CDATA[Power Point]]></category>

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		<description><![CDATA[Baseado no "The Art of the Elevator Pitch: 10 Great Tips", Com limão mostra como vender uma ideia em 10 segs.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Trabalhar com apresentações há tanto tempo nos dá a experiência de já ter feito praticamente de tudo em relação a PowerPoint.</p>
<p>Já criamos apresentações com mais de mil slides, e também apresentações no formato Pecha Kucha para serem apresentadas em 6min e 40seg.</p>
<p>Também somos especialistas em TEDTalks, apresentações que nunca passam de 18 minutos. Vivemos num constante desafio no mundo das apresentações, o desafio de passar a mensagem da maneira mais eficiente no menor tempo possível. Exatamente por que hoje o tempo está cada vez mais escasso.</p>
<p>A oportunidade de vender a sua ideia está cada vez menor, e as pessoas começaram a focar em apresenta-la rapidamente. Reuniões duram menos de 20 minutos (mais ou menos um TEDTalk) e para quem tem cliente na Europa sabe que lá elas duram cerca de 5 (pouco menos que uma Pecha Kucha). Mas a situação pode ficar pior.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">Uma vez que a porta se fechou, ninguém pode sair dali.</p>
</blockquote>
<p>E se essa oportunidade for dentro de um elevador? Convenhamos que poucos lugares são tão inóspito quanto um elevador, principalmente para se apresentar uma ideia. Mas pense pelo lado positivo: Uma vez que a porta se fechou, ninguém pode sair dali.</p>
<p>Agora vamos considerar que você tem um projeto incrível, que vai mudar o mundo, o novo Youtube ou Facebook, só precisa de um investidor, e você tem a chance única de pegar um elevador com esse investidor. Melhor, vocês dois vão para o 20º andar. Isso te dá pouco mais de 10 segundos para vender esse projeto. Improvável? Pode ser, mas por que não se precaver?</p>
<p>Esse é o conceito que Audrey Watters pensou ao escrever o artigo The Art of the Elevator Pitch: 10 Great Tips para o site ReadWrite Start. Baseamos-nos no conceito do “elevator pitch”, adaptamos para as apresentações, e reunimos 10 dicas sobre como você pode apresentar rapidamente, com poucos recursos (muitas vezes somente com suas mãos):</p>
<div id="__ss_10086425" style="width: 474px;"><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Apresentação Elevator Pitch" href="http://www.slideshare.net/mkbusiness/apresentao-elevator-pitch" target="_blank">Apresentação Elevator Pitch</a></strong> <object id="__sse10086425" width="474" height="396"><param name="movie" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=elevatorpitchv1-111109065854-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=apresentao-elevator-pitch&amp;userName=mkbusiness" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="396" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=elevatorpitchv1-111109065854-phpapp02&amp;rel=0&amp;stripped_title=apresentao-elevator-pitch&amp;userName=mkbusiness" name="__sse10086425" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" wmode="transparent"></embed></object></p>
<div style="padding: 5px 0 12px;">View more presentations from <a href="http://www.slideshare.net/mkbusiness" target="_blank">MonkeyBusiness</a></div>
</div>
<p><em>Esse post foi baseado no artigo <strong>The Art of the Elevator Pitch: 10 Great Tips</strong>, de Audrey Watters, para o site ReadWrite Start.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>PowerPoint e chicletes: Afinal, o que é mídia?</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/10/05/powerpoint-e-chicletes-afinal-o-que-e-midia/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 20:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Franzolim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Chiclete]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Power Point]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[De Power Point a chiclete usado, o que podemos considerar uma mídia?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu represento a MonkeyBusiness em diversos workshops e palestras, e uma questão recorrente é se o PowerPoint é mídia, e sendo mídia, é uma mídia nova ou velha? Puxando pelo teórico, dicionários, livros do Kotler, se ele suporta a transmissão da mensagem, é mídia. E se ele transmite mensagens desde que foi lançado, é uma mídia antiga (se considerarmos o Twitter, Facebook e afins como mídia, o PowerPoint é uma mídia anciã).</p>
<p>Traços paralelos com outras mídias pouco prováveis, mas que já figuraram em cases de publicidade. Anunciar no chão, adesivar o metrô, e uma das mais interessantes que já vi: chiclete como mídia. E chiclete “usado”. Explico:</p>
<p>Foi o inglês Ben Wilson que começou com a ideia de pintar os chicletes das calçadas de Londres. Ben sempre foi um incorfomado e um artista plástico não valorizado. Depois de ter visto vários de seus trabalhos vandalizados, decidiu ir para as ruas a explorar uma nova mídia: pinturas em miniatura feitas nos chicletes jogados no chão.</p>
<p>Wilson é um cidadão incomodado pelo lixo, poluição e outros resíduos que rapidamente se tornaram parte da vida dos moradores das cidades. A saída encontrada foi trabalhar com esse mesmo lixo que o irritava, incorporando-os em suas obras. Daí, trabalhar com chiclete mascado foi um desdobramento.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4611" title="com_limao_midia_chiclete_usado" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_midia_chiclete_usado-post01.jpg" alt="" width="474" height="324" /></p>
<p>As pinturas em chiclete começaram em 1998, mas só em 2004 que Ben Wilson investiu seu tempo integral nelas. Ele espera que seu trabalho aumente a percepção que os moradores têm do bairro em Londres onde atua. “Cada imagem que faço tem uma história diferente”. Wilson explica que são as pessoas, os transeuntes que lhe dão o tema para seu trabalho. Elas dizem o que gostam, o que não gostam, dão sugestões e ele interpreta cada assunto com uma criação.</p>
<p>Esse desafio de resumir histórias em um pequeno pedaço de chiclete o anima e inspira. Cada obra dura cerca de seis meses.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=iAtE5mhliDA"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=iAtE5mhliDA"></embed></object></p>
<p>E as ideias de Wilson não morrem: ele fotografa as micro-obras. Nenhuma delas mede mais do que 5 centímetros de diâmetro e os padrões de círculos, listras, e principalmente das cores fortes destacam as imagens do fundo cinza da calçada, e como letreiros de lojas, muitas das pinturas no chiclete representam empresas locais ou retratam personagens daquele cotidiano: uma escova e pente na frente do cabeleireiro ou um leiteiro fazendo entregas.</p>
<p>Ai eu retorno a questão: Chiclete é mídia? Como definição de produto não, mas um artista transmite mensagens usando os chicletes mascados da calçada como meio.</p>
<p>Guardadas as devidas proporções, a história do PowerPoint é mais ou menos parecida. Quando começamos com a MonkeyBusiness e a proposta de ser uma agência de apresentações nos perguntavam muito isso: O PowerPoint é mídia? A partir do momento que transmitimos mensagens usando-o como base sim. E acredito que o fato de termos profissionalizado essa mensagem da apresentação, deixou essa discussão mais viva.</p>
<p>A partir do momento que existe uma agência especializada em apresentações, que tem consultores, atendimento e planejamento que entendem desse produto, uma equipe de roteiristas, diretores de arte e designers especializados em slides, transformando cada um em um novo layout, esse layout deve aparecer em alguma mídia. Até então, quando os executivos, seus estagiários e secretárias faziam suas próprias apresentações, essa discussão não fazia sentido.</p>
<p>Nós da MonkeyBusiness consideramos o PowerPoint e quaisquer outros softwares de apresentação como mídia, como meios de se transmitir grandes apresentações. Agora, quanto ao chiclete ainda não chegamos a nenhuma conclusão…</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Contando uma história: Os efeitos da libélula no storytelling</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/09/20/contando-uma-historia-os-efeitos-da-libelula-no-storytelling/</link>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 04:53:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Franzolim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Monkey Business]]></category>
		<category><![CDATA[Storytelling]]></category>

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		<description><![CDATA[Escrito por Jennifer Aaker, livro mostra os efeitos do storytelling nos 4 P's do marketing]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é novidade que a quantidade de informação gerada todo dia é gigante e cada vez maior. Já parou para pensar que hoje as pessoas não conseguem absorver toda essa informação, exatamente por que vivemos num momento em que não somos mais apenas telespectadores. Hoje queremos interagir, participar, dar feedback.</p>
<p>Somente estar presente em meio desse enorme volume de informações não é suficiente para uma empresa se destacar. Jogar seu conteúdo no bolo e esperar retorno não funciona mais. Empresas, seus produtos e serviços precisam contar por que estão lá, e organicamente conseguir a sua atenção. E foi ai que começou a nova moda do mercado: o Storytelling &#8211; contar uma história e envolver o público com um propósito, sensibilizar e fazer com que as pessoas realmente retenham a sua mensagem.</p>
<p>Para falar dos efeitos do Storytelling acho legal citar o livro “<a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=8543&amp;tipo=2&amp;isbn=0470614153" target="_blank">Efeito Libélula</a>” (“The Dragonfly Effect”) que fala do Storytelling com base nas quatro asas da libélula (como os quatros P’s do marketing, só que com história, viu só?): foco, ganhar atenção, engajar e gerar ação.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4433" title="com_limao_infografico_asas_libelula-destaque" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/09/com_limao_infografico_asas_libelula-destaque.jpg" alt="" width="474" height="175" /></p>
<p>O livro foi escrito por Jennifer Aaker, psicóloga e profissional de marketing. E surgiu a partir de uma campanha digital com o objetivo de encontrar um doador de medula compatível para um portador de leucemia, sendo que a meta era a de conseguir 20 mil doadores, para chegarem ao doador compatível (nesse caso, somente um em cada 20 mil doadores é compatível).</p>
<p>O nome do portador de Leucemia do caso é Sammer Bathia, 31 anos, que foi diagnosticado com leucemia em uma viagem a Índia. Sammer logo soube que teria de fazer o transplante e nenhum de seus parentes era doador compatível. E, para complicar um pouco mais, por ser de origem sul-asiática, havia poucos doadores da mesma origem registrados no banco de transplantes.</p>
<p>Sammer tinha uma grande rede de amigos mobilizados em desenvolver um plano: Alcançar 20 mil doadores e encontrar, dentre eles, um compatível com Sammer. Um Problema que os faria correr contra o tempo.</p>
<p>Como muitos de seus amigos eram jovens e empreendedores, trataram a questão como um problema de comunicação: Decidiram lançar uma campanha que mobilizasse as pessoas imediatamente para se tornarem doadoras. Precisavam agir rápido e em sincronia e utilizaram a internet para mobilizar a comunidade sul-asiática e levá-los ao registro de medula óssea imediatamente.</p>
<p>A primeira ação foi um e-mail com um Call to Action que deveria gerar ações para o tema. Em 48h o e-mail já havia chegado a 35 mil pessoas. Após o envio do e-mail, começaram as ações na web, principalmente em redes sociais.</p>
<p>Em 11 semanas conseguiram 24611 novos doadores de medula óssea. Sammer Bathia conseguiu um doador compatível e podemos considerar essa história um case de sucesso. E Segundo o livro, tudo devido às quatro asas da libélula:</p>
<p>1) Focar: um único objetivo, que era conseguir 20 mil doadores de medula óssea de origem sul asiática em poucas semanas.  .</p>
<p>2) Ganhar atenção: Entraram nas mídias sociais com algo pessoal, visceral e visual. O fizeram através de fotos, mensagens com apelo e pessoais.</p>
<p>3) Engajar: crie conexões pessoais, acesse emoções com empatia, autenticidade e contando uma história. Engajar é se aproximar da audiência, é fazer com que seu público se conecte a sua causa a fim de se mobilizarem. Engajaram as pessoas com a história de Sammer, por meio de blogs e vídeos.</p>
<p>4) Agir: convide as pessoas a agir. Engajamento não vale muito sem ação. Criar um Call to Action claro e fácil de executar.</p>
<p>A ideia basicamente do funcionamento dessas quatro características é a perfeita sincronia delas. E mesmo o foco do livro sendo as redes sociais, podemos colocar essas ideias em apresentações. Afinal, nas apresentações você também busca um lugar no meio de todas as informações que a sua plateia recebe todos os dias, e você quer (e precisa) passar uma mensagem sólida, e que essa mensagem seja absorvida e compreendida por todos.</p>
<p>Veja: histórias estão sempre ligadas a sentimentos, dores e valores, sentimentos puramente humanos. Histórias não são sobre dados, números ou fatos, mas sim sobre pessoas. E meio que sem querer esse acabou sendo um dos grandes pontos de sucesso dos TEDs. Nos TEDs a maioria das apresentações são sobre pessoas. São histórias reais, muitas vezes do próprio palestrante, que não está no palco para demonstrar dados, balanços ou números e projeções. Ele está lá para falar sobre suas experiências, para contar histórias.</p>
<p>Na nossa experiência com apresentações de sucesso o Storytelling está sempre presente. A MonkeyBusiness é parceira de diversos TEDx do Brasil e do mundo, e uma grande lição que tiramos dessa aventura é a empatia que o apresentador ganha quando contam histórias, com suas dificuldades, sucessos e fracassos.</p>
<p>A oportunidade de se criar um relacionamento mais próximo com o seu público durante uma apresentação é enorme. Histórias, sentimentos, vitórias e insucessos o conectam ao seu público e podem mobiliza-los. Eles podem contar o que ouviram na sua apresentação para mais pessoas, se o que ouviram realmente fez sentido a eles. É hora de saber contar a sua história na hora de fazer uma apresentação, e transforma-la num case de sucesso como é a história de Sammer Bathia.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>We are the future: Como será a relação com os consumidores de amanhã?</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Aug 2011 14:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Geração Y]]></category>
		<category><![CDATA[PHD]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Você trabalha com marketing e comunicação? Vídeo faz você pensar no futuro da relação com o consumidor ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como será a relação de compra e <strong>consumo</strong> dos próximos dez anos? Essa talvez seja a resposta que, literalmente, vale um milhão de dólares,  mas é quase impossível de prever.</p>
<p>Alguns dirão que é possível entender como o consumidor agirá, mas a verdade é que estamos tratando com seres humanos e, se você pode ter certeza de uma coisa,  é que imprevistos acontecerão.</p>
<p>Ideias mudarão da noite para o dia e a resposta do consumidor tem sido cada vez mais instantânea com o aumento de pessoas conectadas no mundo.</p>
<p>Pensando nisso, a <a href="http://www.phdww.com" target="_blank">agência britânica PHD</a> criou o vídeo “We are the future”. Feito inicialmente para criar discussão em uma conferência de <strong>comunicação</strong>, o vídeo ganhou escala global e, até mesmo, versões remixadas.</p>
<p>Como diz o vídeo da PHD: “se você trabalha com marketing, deveria começar a repensar como fazer as coisas”. É com essa afirmação polêmica, porém verdadeira, que “We are the future” faz com que nós – profissionais de comunicação – paremos para repensar como serão as ferramentas e ações para os próximos anos.</p>
<p>Afinal, sabe aquele baixinho pentelho que você tem como vizinho, primo, sobrinho ou filho? Ele será o <strong>consumidor</strong> de amanhã.</p>
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