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	<title>Com Limão &#187; Design</title>
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	<description>Com limão é mais gostoso!</description>
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		<title>A Liga dos Seres Imaginários: Um Feliz Natal em PowerPoint</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Dec 2011 22:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marco Franzolim</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Monkey Business]]></category>
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		<category><![CDATA[Power Point]]></category>

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		<description><![CDATA[Com humor e ótima trilha sonora, Monkey Business deseja Feliz Natal com apresentação fantástica]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que vocês fumaram? Foi o primeiro <em>feedback</em> que a equipe de criação da MonkeyBusiness recebeu sobre o nosso cartão de natal 2012. A frase foi dita pelo nosso produtor musical, responsável pelo estúdio de áudio e trilhas Sonoras das apresentações. Para quem trabalha com criação, sabe que essa frase não é uma ofensa. Quanto mais “fumaça”, melhor.</p>
<p>Como muitos sabem, é de praxe que todo ano a equipe de criação da MonkeyBusiness se reúna em diversos <em>brainstormings </em>para criar um cartão de natal, obrigatoriamente em PowerPoint (afinal, esse é o nosso <em>corebusiness</em>), emocionante e inovador. E a principal diretriz é: tem que ser mais criativo que o do ano anterior.</p>
<p>Mas como criar novidade para um tema bastante manjado e por muitas vezes, bastante brega? Quem trabalha no Mercado publicitário muitas vezes se surpreende com a qualidade, digamos duvidosa dos cartões de final de ano. O objetivo era sair dessa realidade e tentar algo novo. Daí surgiu a Liga dos Seres imaginários, que veio como um tempero a mais para uma história de natal.</p>
<p>A idéia era como inserir os personagens do imaginário popular e outros que foram destaque em 2011 (o ET Bilú que o diga) numa história maluca de como salvar um natal que, mesmo nos dias de hoje, ainda é retratado com casinhas europeias, chaminés, leite com biscoitos e crianças de classe media recebendo cavalinhos de Madeira e adorando, como se não existissem iPads, nem Playstations 3.</p>
<p>Nossa preocupação foi de encaixar personagens brasileiros como Mula Sem Cabeça, Saci Pererê, Curupira, ET de Varginha, ET Bilú e os nem tanto brazucas, mas que já se sentem em casa aqui Coelhinho da Páscoa, São Longuinho e Fada do Dente como os protagonistas do natal, junto com o bom velhinho.</p>
<p>Lógico que entrariam também preocupações de negócios: logística de entrega, prazos, distribuição, e a principal: como fazer todo o processo funcionar sem ninguém notar nada. Praticamente impossível. É meus amigos, nesses brainstormings chegamos a conclusão de que Papai Noel é um case de sucesso de organização e distribuição.</p>
<p>Roteiro criado, partimos para a direção de arte. Esta seguiu um caminho mais moderno, de ilustração em vetor, com cores fortes e vibrantes, que lembram as produções de desenhos animados mais recentes.</p>
<p>A Terceira parte foi partir para o estúdio de áudio e criar a narração mais bela de natal já vista. Voz do nosso produtor André “Kbelo” Sangiacomo e efeitos especiais pela equipe de criação da MonkeyBusiness.</p>
<p>Como sempre, foi um prazer ter criado esse cartão de natal. Principalmente por que, sendo um job interno da agência, não tínhamos restrições. Mais uma vez a equipe provou que o PowerPoint pode produzir muita coisa bacana. Inserir o macaco da MonkeyBusiness no final foi somente a cereja do bolo. Muitos nos elogiaram pelo branded content. Ficamos muito felizes com o resultado. E ano que vem tem mais! Feliz Natal e um maravilhoso 2012 para todos vocês!</p>
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• Vídeo feito totalmente em PowerPoint.</p>
<p>Direção de Criação: Alexandre Franzolim e Marco Franzolim<br />
Direção de Arte: Fernando Zornoff e Denis Dias<br />
Roteiro: Michel Geraissate<br />
Design: Fernando Zornoff, Denis Dias, Fernando Kobayashi, Thales Dias<br />
Trilha e Narração: Andre &#8220;kbelo&#8221; Sangiacomo</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5266" title="com-limao-liga-seres-imaginarios-natal-monkey-business" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-liga-seres-imaginarios-natal-monkey-business-post01.jpg" alt="" width="474" /></p>
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		<title>Nova marca HP: Eu já vi essa história com a GAP&#8230; e não deu certo</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 00:36:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[HP]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade Visual]]></category>
		<category><![CDATA[Redesign]]></category>

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		<description><![CDATA[Moving Brands redesenha a marca HP e abusa no minimalismo. Ousadia extrema ou um grande erro? ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, o poder de convencimento das agências! Presente de deus para os pequeninos vendedores de bens intangíveis. Em minha opinião esta é a melhor maneira de definir o porquê alguns clientes compram ideias surreais e malucas. É claro que algumas vezes este tipo de ousadia é bem vinda, mas quando o assunto é produto/marca ligada ao varejo, temos que lembrar que todo cuidado é pouco.</p>
<p>Agora imagine o quão delicado é fazer uma mudança ousada, principalmente para uma marca que está no mercado desde 1941. Sim, uma marca que já sobreviveu a guerras, transpôs crises econômicas e galgou lugar na estratosfera das marcas. Este poderia ser o resumo da HP.</p>
<p>A Hewlett-Packard Company, em seu nome original, é uma destas empresas. Com faturamento de milhões e posições privilegiadas nas lojas e no coração dos consumidores.</p>
<p>Junte um cliente deste tamanho a uma agência com sedes em Londres, Zurique, Tóquio e São Franscisco e teremos a nova marca e identidade visual da empresa. Pelo menos foi isso que aconteceu quando a HP contratou a <a href="http://www.movingbrands.com/?category_name=hp-work" target="_blank">Moving Brands</a> para repaginar muito mais que um logo, uma essência.</p>
<p>Apresentada no site da empresa e <a href="http://twitter.com/#!/LOGOBR/status/146344650876256257" target="_blank">confirmada pelos nossos amigos do Logo BR</a>, a nova identidade da HP pode até parecer um projeto interessante, mas basta alguns minutos de análise para ver que a ideia é parecida com um piquenique em um campo minado.</p>
<p>Alguns dirão: “Ora, victor. Não seja tão trágico!”. Mas antes que digam isso, deixe explicar um pouco do meu ponto de vista. Não que a Moving Brands tenha transformado o “h” e o “p” em dois trapinhos prateados, longe disso!</p>
<p>No entanto, só de tirar o círculo que formava a base da marca, o logo já perde peso visual. Aqui está o problema! Se ela está presente no varejo, uma grande selva de marcas onde o darwinismo é aplicado da melhor forma na comunicação, não seria um perigo perder visibilidade?</p>
<p>A coisa piora com a previsão da marca para 2021. Como assim ela vai virar um traço?! A Moving Brands deve estar criando uma grande pegadinha, só pode! Não, eles chamam de “ultimate simplicity”. Se vocês me perdoam o momento de revolta, um traço inclinado a 13 graus como marca é uma piada para a semiótica.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post02.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p>Só o “progresso 2011” já é um desafio para o consumidor comum, o que diremos da simplicidade para 2021. Não concorda? Então veja como transformo o lindo HP em um fantástico BP. Perfeito, né? Só se a marca foi comprada pela British Petroleum e eu não estou sabendo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post01.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p>Vale ressaltar que não estou aqui para criticar todo o projeto, pelo contrário, as aplicações do “eixo 13º” na identidade visual da marca são geniais. Coisas como o visor de quantidade de tinta em impressoras ou o ângulo de perspectiva das fotografias dos anúncios são belas “sacadas”.</p>
<p>Um trabalho complicado, mas quem disse que trabalhar com marcas é fácil. Só posso dizer que ao ver todo esse “show”  com a nova marca da HP, sinto um dèjá vu&#8230; <a href="http://www.momentomkt.com.br/blog/?p=30" target="_blank">um dèjá vu chamado GAP</a>. Alguém mais lembra?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post03.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post04.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5207" title="com-limao-redesign-brand-hp" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-redesign-brand-hp-post05.jpg" alt="" width="474" /></p>
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		<title>Etiquetas do Photoshop: O manifesto das layers organizadas</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/10/20/etiquetas-do-photoshop-o-manifesto-das-layers-organizadas/</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Oct 2011 19:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Layers]]></category>
		<category><![CDATA[Manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[Photoshop]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>

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		<description><![CDATA[Criado pelo designer nova-iorquino Dan Rose, site propõe manual de etiqueta para o Photoshop]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que entrei para área de design digital, a maioria das broncas que levei na minha vida profissional, era a confusão dos meus arquivos .psd e suas milhões de layers sem identificação. Vou confessar que só aprendi a organizar um arquivo direito, quando a magia virou contra o feiticeiro e – já com algum tempo de profissão – peguei um .psd mil vezes pior que o meu.</p>
<p>Lembro-me de como perdi tempo organizando cada layer para poder entender como o arquivo funcionava. Acredito que só quem trabalha como designer, diretor de arte ou programador vai entender o meu drama.</p>
<p>Pegar um .psd desorganizado é um castigo tão grave, que deveria ser adotado como pena para os políticos brasileiros.</p>
<p>Fico imaginando a situação: “Vai seu Sarney, arruma e renomeia essas 140 layers”, ou então, “Maluf, o senhor chama isso de .psd arrumado? Dar um ‘merge’ e mesclar as layers não é arrumar!”.</p>
<p>Já que isso não vai acontecer e os .psd desarrumados continuarão nos assombrando, por que não adotar um manual de etiqueta para o Photoshop?</p>
<p>É claro que tudo isso não passa de uma brincadeira, mas o site <a href="http://photoshopetiquette.com/" target="_blank">The Photoshop Etiquette Manifesto for Web Designers</a>, criado pelo <a href="http://twitter.com/#!/dblizzy" target="_blank">americano Dan Rose</a>, já reúne quarenta dicas para o bom uso do programa.</p>
<p>São dicas simples, mas que fazem a diferença, como por exemplo, sempre nomear layers e com nomes apropriados (nunca deixe “Layer 12 copy” ou dê nomes como “Quadradinho azul”). Faça isso e torne-se o prefeito das layers.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4786" title="layer_mayor_photoshop_etiqueta" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/layer_mayor_photoshop_etiqueta-post01.jpg" alt="" width="474" height="377" /></p>
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		<title>Kern me: O desafio dos espaçamentos de tipos clássicos</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/10/13/kern-me-o-desafio-dos-espacamentos-de-tipos-classicos/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 04:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
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		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<category><![CDATA[tipografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Criados para ajudar programadores em curso online, game traz o desafio de acertas o kerning de tipos clássicos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alô designers de plantão, amantes da boa tipografia e&#8230; programadores. Você sabe ajustar um bom kern? O que?! Não sabe nem o que é um kerning tipográfico? Então é melhor ficar longe do <a href="http://type.method.ac" target="_blank">game Kern Me</a> (ou não).</p>
<p>Desenvolvido pelo designer digital <a href="http://duopixel.ca/" target="_blank">Mark MacKay</a>, o jogo faz parte do “<a href="http://method.ac/blog/" target="_blank">Method of Action</a>”, um curso online para ajudar programadores a aprender design. O desafio propõe que os jogadores acertem os kernings de tipos clássicos como Garamond, Rotis, Sabon e Frutiger.</p>
<p>São apenas 10 fases e no final você recebe uma nota com a média dos acertos. Preparado? Então complete o desafio e depois tweet o seu resultado para o @comlimao</p>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
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		<title>Criatividade ilimitada: Javier Mariscal fará workshop no Brasil</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/08/20/criatividade-ilimitada-javier-mariscal-fara-workshop-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Sat, 20 Aug 2011 16:43:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[abcDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Design Gráfico]]></category>
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		<category><![CDATA[Evento]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Mariscal]]></category>

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		<description><![CDATA[Evento “abcDesign inspira” traz designer espanhol Javier Mariscal ao Brasil para exposição e workshop]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo sua missão de fomentar a criatividade, o evento “<strong>abcDesign inspira</strong>” traz desta vez <a href="http://www.abcdesign.com.br/mariscal" target="_blank">Javier Mariscal</a>, designer multimídia e um dos ícones criativos da Espanha.</p>
<p><strong>Mariscal </strong>ganhou fama depois de criar o Cobi, mascote das Olimpíadas de 1992, que segura o posto de mais rentável da história dos Jogos Modernos. Mesmo que muito importante, esse projeto é uma parte muito pequena da sua carreira.</p>
<p>Em sua trajetória de mais de 40 anos, <strong>Mariscal </strong>projetou-se internacionalmente com seu estilo muito particular, gestual e carregado de emoção, que o faz sempre ser convidado para projetos especiais que privilegiam o design com assinatura. Em seu currículo, possui trabalhos para clientes como Moroso, HP, Camper, Absolut, H&amp;M, Guggenheim de Bilbao e Magis.</p>
<p>O que também o torna um designer excepcional é a habilidade de adaptar sua linguagem a todos os tipos de projetos, passando por <strong>design gráfico</strong> e todas as suas vertentes, produto, interiores, arquitetura e instalações. O instinto de sempre tentar o novo, sem medo de errar, o tornou um profissional em constante aprendizado. Seu último grande empreendimento foi um longa-metragem de animação “Chico y Rita”, em conjunto com o diretor Fernando Trueba, vencedor do Oscar por “Belle Époque”.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=ZTWxB9hRjwI"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=ZTWxB9hRjwI"></embed></object></p>
<p>Além de palestras em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, um grupo de 20 pessoas poderá exercitar na prática o processo criativo de Javier Mariscal num <strong>workshop </strong>de dois dias na cidade maravilhosa.</p>
<p>Com 60 anos, a imaginação de Mariscal é ilimitada e essa é uma história que vale a pena conhecer.</p>
<p><strong>+Infos:</strong><br />
abcDesign inspira com Javier Mariscal em <strong>Curitiba</strong>: 24 de outubro<br />
<em>Onde</em>: Estação Business School (Avenida Sete de Setembro, 2775, Rebouças)<br />
<em>Horário</em>: 20h00<br />
<em>Ingressos mês agosto</em>: R$ 99,00 (assinantes abcDesign) R$139,00 (não assinantes)</p>
<p>abcDesign inspira com Javier Mariscal em<strong> São Paulo</strong>: 26 de outubro<br />
<em>Onde</em>: Escola Panamericana de Arte e Design (Rua Groelândia, 77, Jardim Paulista)<br />
<em>Horário</em>: 10h00<br />
<em>Ingressos mês agosto</em>: R$ 99,00 (assinantes abcDesign) R$139,00 (não assinantes)</p>
<p>abcDesign inspira com Javier Mariscal no <strong>Rio de Janeiro</strong>: 27 de outubro<br />
<em>Onde</em>: Teatro Maison de France (Avenida Presidente Antonio Carlos, 58, Centro)<br />
<em>Horário</em>: 10h00<br />
<em>Ingressos mês agosto</em>: R$ 99,00 (assinantes abcDesign) R$139,00 (não assinantes)</p>
<p><strong>Workshop</strong>: abcDesign na prática com Javier Mariscal: 28 e 29 de outubro<br />
<em>Onde</em>: OGNI (Avenida Rio Branco, 81, Rio de Janeiro)<br />
<em>Horário</em>: Dia 28/10 das 13h00 às 18h30 e dia 29/10 das 08h30 às 18h30.<br />
<em>Valores para o mês agosto</em>: R$ 1490,00 (assinantes abcDesign) R$1590,00 (não assinantes)</p>
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		<title>O preço de um lar: 300 dólares, nem mais nem menos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 01:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Derick Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Sarkar]]></category>
		<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vijay Govindarajan]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta por economista e marketeiro, concepção de casa a 300 US$ tenta abrir os olhos de empresas e governos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, um desafio foi deixado às empresas, aos governos e às ONG’s: substituir favelas por moradias bem estruturadas e higienizadas que não custem mais que 300 dólares. Isso mesmo, apenas 300 dólares!</p>
<p>O economista Vijay Govindarajan, da Universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, em parceria com Christian Sarkar, profissional de marketing de longa data, elaborou a proposta mirabolante em um artigo publicado pela <em>Harvard Business Review</em>.</p>
<p>De tão surpreendente, a ideia fisgou pessoas de todo o mundo pelo colarinho. Menos, ao que parece, a mídia e as autoridades brasileiras.</p>
<p>A repercussão do artigo foi instantânea. Logo ganhou as páginas da revista britânica <em>The Economist</em>,<em> </em>em abril deste ano. Desde o sucesso inicial, os autores tentam extrair do projeto uma gota de realidade, de factibilidade. Isso por meio do <a href="http://300house.com/" target="_blank">blog 300house.com</a> &#8211; lugar em que são discutidas as maneiras mais eficientes para que o plano seja posto em prática &#8211; e dos esforços de estudantes, voluntários e intelectuais, que atuam em diversas áreas, do design aos modelos de negócios.</p>
<p>Mesmo que qualquer país, de acordo com os criadores, possa ser alvo do projeto, há lugares, como o Brasil, em que a carência por moradias adequadas é extrema. Indonésia, Haiti e Índia podem, portanto, compor o primeiro time de beneficiados.</p>
<p>Não à toa, é daí que surge a minha inquietação. A ideia, por mais que pudesse ser freada pela realidade brasileira – burocracia excessiva, ineficiência da administração pública, escassez de terrenos e etc -, merecia o escrutínio da imprensa nacional, que nem sequer tocou no assunto. O desafio proposto passou em branco pelo Brasil. Se não chegou aos jornais, revistas e blogs, imaginem se a informação despertou o interesse de algum canastrão do Planalto.</p>
<p>Teses como essa, apesar de parecerem ingênuas, se compatibilizam com o perfil de consumidores ao qual aderimos. Hoje, nós queremos bons produtos a preços baixos. As empresas também ganhariam com casas a 300 dólares. Esta seria uma oportunidade para fornecerem bens e serviços a milhões de pessoas que ainda não sabem o que é viver bem. Colocar em prática um projeto ambicioso como <em>300house</em> significaria utilizar o capitalismo contra ele mesmo. Ou seja, ganhar dinheiro com a diminuição da desigualdade social.</p>
<p>Como uma casa pode chegar a 300 dólares? Primeiramente, uma gigantesca escala de produção. Por isso a presença da iniciativa publica-privada no projeto seria imprescindível. Apenas eles conseguiriam reduzir os custos de cada componente utilizado na construção e financiar o valor das casas.</p>
<p>As casas seriam construídas de modo a atender as necessidades básicas dos moradores. No entanto, todos os componentes seriam de última geração. Painéis solares seriam um dos atrativos. Eles abasteceriam a casa com energia limpa. Água filtrada, esgoto e tela contra mosquitos são outros dos <em>features</em> essenciais.</p>
<p>Já em relação ao design, nada ainda foi feito. Isso porque os criadores, por meio de um concurso encerrado em junho, deixaram a responsabilidade para designers de todo o mundo. Os vencedores, além de receberem prêmio de 25.000 dólares, terão a chance de ver erguidas as paredes, portas e janelas, que antes representavam um emaranhado de traços em seus esboços originais.</p>
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