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	<title>Com Limão &#187; Economia</title>
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	<description>Com limão é mais gostoso!</description>
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		<title>O preço de um lar: 300 dólares, nem mais nem menos</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2011 01:10:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Derick Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[Vijay Govindarajan]]></category>

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		<description><![CDATA[Proposta por economista e marketeiro, concepção de casa a 300 US$ tenta abrir os olhos de empresas e governos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 2010, um desafio foi deixado às empresas, aos governos e às ONG’s: substituir favelas por moradias bem estruturadas e higienizadas que não custem mais que 300 dólares. Isso mesmo, apenas 300 dólares!</p>
<p>O economista Vijay Govindarajan, da Universidade de Dartmouth, nos Estados Unidos, em parceria com Christian Sarkar, profissional de marketing de longa data, elaborou a proposta mirabolante em um artigo publicado pela <em>Harvard Business Review</em>.</p>
<p>De tão surpreendente, a ideia fisgou pessoas de todo o mundo pelo colarinho. Menos, ao que parece, a mídia e as autoridades brasileiras.</p>
<p>A repercussão do artigo foi instantânea. Logo ganhou as páginas da revista britânica <em>The Economist</em>,<em> </em>em abril deste ano. Desde o sucesso inicial, os autores tentam extrair do projeto uma gota de realidade, de factibilidade. Isso por meio do <a href="http://300house.com/" target="_blank">blog 300house.com</a> &#8211; lugar em que são discutidas as maneiras mais eficientes para que o plano seja posto em prática &#8211; e dos esforços de estudantes, voluntários e intelectuais, que atuam em diversas áreas, do design aos modelos de negócios.</p>
<p>Mesmo que qualquer país, de acordo com os criadores, possa ser alvo do projeto, há lugares, como o Brasil, em que a carência por moradias adequadas é extrema. Indonésia, Haiti e Índia podem, portanto, compor o primeiro time de beneficiados.</p>
<p>Não à toa, é daí que surge a minha inquietação. A ideia, por mais que pudesse ser freada pela realidade brasileira – burocracia excessiva, ineficiência da administração pública, escassez de terrenos e etc -, merecia o escrutínio da imprensa nacional, que nem sequer tocou no assunto. O desafio proposto passou em branco pelo Brasil. Se não chegou aos jornais, revistas e blogs, imaginem se a informação despertou o interesse de algum canastrão do Planalto.</p>
<p>Teses como essa, apesar de parecerem ingênuas, se compatibilizam com o perfil de consumidores ao qual aderimos. Hoje, nós queremos bons produtos a preços baixos. As empresas também ganhariam com casas a 300 dólares. Esta seria uma oportunidade para fornecerem bens e serviços a milhões de pessoas que ainda não sabem o que é viver bem. Colocar em prática um projeto ambicioso como <em>300house</em> significaria utilizar o capitalismo contra ele mesmo. Ou seja, ganhar dinheiro com a diminuição da desigualdade social.</p>
<p>Como uma casa pode chegar a 300 dólares? Primeiramente, uma gigantesca escala de produção. Por isso a presença da iniciativa publica-privada no projeto seria imprescindível. Apenas eles conseguiriam reduzir os custos de cada componente utilizado na construção e financiar o valor das casas.</p>
<p>As casas seriam construídas de modo a atender as necessidades básicas dos moradores. No entanto, todos os componentes seriam de última geração. Painéis solares seriam um dos atrativos. Eles abasteceriam a casa com energia limpa. Água filtrada, esgoto e tela contra mosquitos são outros dos <em>features</em> essenciais.</p>
<p>Já em relação ao design, nada ainda foi feito. Isso porque os criadores, por meio de um concurso encerrado em junho, deixaram a responsabilidade para designers de todo o mundo. Os vencedores, além de receberem prêmio de 25.000 dólares, terão a chance de ver erguidas as paredes, portas e janelas, que antes representavam um emaranhado de traços em seus esboços originais.</p>
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		<title>Bitcoins: a filosofia da internet levada à sua carteira</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/06/28/bitcoins-a-filosofia-da-internet-levada-a-sua-carteira/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jun 2011 21:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Derick Almeida</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Fora das mãos dos governos, as Bitcoins podem revolucionar as compras online?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O próximo salto da economia moderna ou uma simples expressão de revolta contra as notas que levamos no bolso? Bom, ainda é muito cedo para detalhar as mudanças que os bitcoins – a moeda virtual mais popular do momento &#8211; podem agregar à nossa maneira de trocar bens e serviços na internet. Mas é inegável a sua vontade de arrancar das autoridades o monopólio do poder.</p>
<p>Esta moeda &#8211; ao contrário do dólar e do real, cuja circulação é atrelada ao governo &#8211; está sob o controle de seus usuários. Eles quem definem sua cotação diária e foram, acima de tudo, os grandes responsáveis por tirá-la dos círculos restritos dos jogos online e inseri-las nas compras corriqueiras de roupas e músicas no varejo digital.</p>
<p>Há tempos a tendência do dinheiro é de se tornar cada vez menos palpável. A proposta dos bitcoins, no entanto, é mais ambiciosa. Ela aponta para a possibilidade da criação da primeira moeda virtual global. Os bitcoins, se é que podemos dizer, sintetizam a filosofia da internet: eliminar quaisquer tipos de intermediários das trocas de experiências, conhecimentos e mercadorias.</p>
<p>Já vimos este mesmo <em>script</em> remodelar a indústria fonográfica, cuja conseqüência mais nítida foi a diminuição da importância das gravadoras e distribuidoras na cadeia produtiva do ramo. Neste caso, seriam os bancos centrais e autoridades públicas ligadas à regulação da compra e venda de produtos que correriam o risco de desaparecer.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">As estimativas do International Federation of the Phonograpgic Industry  apontam para uma redução de 77% das vendas unitárias de cds &#8220;estreantes&#8221;  nos TOP 50 entre 2003 e 2010</p>
</blockquote>
<p>Mas seria isso possível? Afinal demoramos séculos para acreditar no valor das moedas que carregamos na carteira e nas instituições que garantem a sua circulação. A existência dos bitcoins se justifica na negação desse modelo centralizado de operação.</p>
<p>O internauta, na visão dos criadores dos bitcoins, é quem deve assumir o poder. Ele, por exemplo, é quem define a sua cotação (frente ao dólar, euro, real e etc), por um mecanismo elementar de oferta e demanda – quanto mais a moeda é procurada, mais cara ela se torna em relação às outras – e escolhe para quem quer vender.</p>
<p>A tarefa primordial da moeda criada em cativeiro é se tornar sinônimo de credibilidade e segurança por meio de seus usuários e do comércio online. Esta é uma das maneiras, se não a única, de mostrar que consegue sobreviver sem que autoridades governamentais estejam por trás de suas operações.</p>
<p>Por enquanto, ela não consegue andar com as próprias pernas. A moeda foi criada há apenas dois anos, sua cotação é extremamente instável e não há nada que garanta o seu valor (basta dar uma <a title="Bitcoin Watch" href="http://bitcoinwatch.com/" target="_blank">olhada no site Bitcoin Watch</a>, onde se pode acompanhar a cotação da moeda e uma série de outros indicadores, como número de transações diárias e número de modas em circulação).</p>
<p>Portanto, seja como for, a sua evolução será sufocada por desafios. Não seria estranho constatar o desaparecimento dos bitcoins. Ou então, que outras moedas dessem continuidade ao seu legado. Apesar de tudo, a pura existência dos bitcoins amplificou os ecos da globalização. Desta vez, inegável, no coração das relações humanas.</p>
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		<title>Retribua a visita: Conheça os Parques Nacionais brasileiros</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 00:32:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Com limão</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Grupo Boticário]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Ação da Fundação Grupo Boticário incentiva brasileiros a conhecer os Parques Nacionais do país]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era meio da tarde de uma terça-feira e já faziam 48 horas que eu trabalhava direto na nova versão do Com limão. Com dores no pulso e uma ânsia por ver a luz do sol, não pensei duas vezes. Peguei a Pandora (minha pequena sharpei de apenas um ano) e zarpamos para o parque mais próximo de casa. Sabe qual a maior coincidência? Mal sabia eu que naquele dia, 14 de junho, comemorava-se o Dia dos Parques Nacionais.</p>
<p>Isso pode parecer uma grande besteira, mas para moradores de cidades como São Paulo, quantas vezes você tem a oportunidade de visitar um parque. Melhor ainda, quantas vezes você por semana, por mês, por ano, você visita os Parques Nacionais do nosso país?</p>
<p>Para lembrar aqueles que vivem na selva de pedra de que ainda existe árvores por aí, a cidade de São Paulo recebe uma visita inusitada nesta semana. Entre os dias 14 e 17 de junho, flutuando nas águas do Rio Pinheiros, está uma enorme bolha – com seis metros de diâmetro &#8211;  com a imagem de um cedro nativo (Cedrela fissílis).</p>
<p>A visita do pequeno cedro, uma intervenção urbana promovida pela Fundação Grupo Boticário, espera incentivar os brasileiros a conhecerem seus Parques Nacionais. Uma tarefa fácil, afinal são 67 áreas espalhadas pelo país e, segundo Malu Nunes, diretora executiva da fundação: “Boa parte da água que abastece reservatórios de usinas hidroelétricas no Brasil é assegurada pela preservação de áreas de nascentes existentes nessas unidades”.</p>
<p>Já segundo estudos a visitação nos Parques Nacionais existentes no Brasil tem potencial para gerar entre R$ 1,6 bilhão e R$ 1,8 bilhão por ano, considerando as estimativas de fluxo de turistas projetadas para o país (cerca de 13,7 milhões de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros) até 2016, ano das Olimpíadas do Rio de Janeiro. Arrecadação que ajuda na manutenção das áreas e fortalece a economia no país.</p>
<p>Se você achou interessante a ação, vale a pena conhecer um pouco mais sobre a Fundação Grupo Boticário, presente no <a title="Twitter da Fundação Grupo Boticário" href="http://twitter.com/fund_boticario" target="_blank">Twitter</a> e no <a title="Facebook da Fundação Grupo Boticário" href="http://www.facebook.com/fundacaogrupoboticario" target="_blank">Facebook</a>, além da <a title="Página dos Parques Nacionais no Facebook" href="http://www.facebook.com/parquesnacionaisbrasil" target="_blank">página dos Parques Nacionais do Brasil</a> (também no Facebook) e o estudo “Contribuição das Unidades de Conservação para a Economia Nacional, desenvolvido em parceria pelo Ministério do Meio Ambiente e o Centro para Monitoramento da Conservação Mundial do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente.</p>
<p>Para completar,  vale ressaltar que a criação e manutenção das unidades de conservação no Brasil impediu a emissão de pelo menos 2,8 bilhões de toneladas de carbono. Ótimas justificativas para você levantar agora do computador e começar a planejar sua próxima visita a um Parque Nacional. Ou você acha que para ajudar o meio ambiente basta ficar usando papel reciclável na sua impressora!?</p>
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<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2278" title="Ação pelos Parques Nacionais, da Fundação Grupo Boticário" src="http://limao.citrusdevelopment.com/wp-content/uploads/2011/06/com_limao_parques_nacionais_fundacao_boticario-post02.jpg" alt="" width="474" /></p>
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