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	<title>Com Limão &#187; Meio Ambiente</title>
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	<description>Com limão é mais gostoso!</description>
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		<title>Minimal Backpack: Mochila resistente e leve para aventureiros</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 21:24:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
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		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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		<description><![CDATA[Com fibra de polietileno mais resistente que aço, mochila superleve chega ao mercado em breve]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você gosta de fazer trilhas ou simplesmente usa uma mochila no seu dia-a-dia? Então você vai achar bem interessante <a href="http://shop.outlier.cc/shop/retail/minimalbackpack.html" target="_blank">a Minimal Backpack</a>, da Outlier. Leve como uma pluma e resistente como um segurança de balada, a mochila produzida pela marca americana promete ser o produto ideal para os que precisam levar um mundo nas costas.</p>
<p>Com capacidade para até 26 metros cúbicos, impermeável e ultraleve, o produto é produzido com fibra de Nonwoven Dyneema, um polietileno de alta densidade usado até em coletes à prova de balas e na fabricação de navios. Além da força, a fibra é responsável pelo baixo peso da mochila, que de tão leve, pode ser içada por balões de ar ou flutuar na água.</p>
<p>Para os interessados, a Minimal Backpack abrirá suas pré-vendas nos próximos meses e vai custar US$ 128 dólares. Uma ótima dica para quem gosta de acampar. Já para quem nunca viu o Dyneema em ação, abaixo você confere uma aplicação da fibra para área de segurança.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5223" title="com-limao-minimal-backpack-mochila" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-minimal-backpack-mochila-post03.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5223" title="com-limao-minimal-backpack-mochila" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-minimal-backpack-mochila-post02.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5223" title="com-limao-minimal-backpack-mochila" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-minimal-backpack-mochila-post01.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=8CQDX4Tac1s"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=8CQDX4Tac1s"></embed></object></p>
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		<title>Europa sustentável: Projetos para pontos turísticos do velho continente</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/12/12/europa-sustentavel-projetos-para-pontos-turisticos-do-velho-continente/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 00:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
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		<category><![CDATA[GE]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[De monumento verde a iluminação em LEDs. Confira os projetos para pontos turísticos do velho continente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não foi desta vez que o mundo está salvo da poluição e do aquecimento global. Na última semana vimos políticos, representantes de nações e tantas outras personalidades se reunindo em Durban, na África do Sul para colocar em xeque o Tratado de Kioto, durante <a href="http://www.cop17-cmp7durban.com/">o COP-17</a>. Apesar de a conferência colocar os principais poluidores do planeta azul contra a parede, as metas obrigatórias só serão <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/cop/cop-consegue-fechar-acordo-para-clima-mas-criticos-queriam-mais/n1597406087428.html">firmadas e validadas em 2015</a>, ou seja, temos pela frente mais alguns anos de <em>poluição free</em>, ao invés de <em>carbono free</em>.</p>
<p>Apesar de toda esta discussão sobre o meio ambiente, quem chamou atenção dos noticiários na última semana de novembro foi um audacioso projeto francês.</p>
<p>Imagine transformar o cartão-postal da França em uma grande árvore artificial. Parece loucura, mas era essa a ideia dos arquitetos do grupo Ginger e <a href="http://plus.lefigaro.fr/note/crazy-plan-unveiled-to-cover-the-eiffel-tower-with-plants-20111130-614519">divulgado pelo jornal Le Figaro</a>. Com tom quase de brincadeira, o projeto previa colocar 600 mil plantas na Torre Eiffel, durante os próximos quatro anos. O valor da “repaginada ecológica”? Apenas 72 milhões de euros. Eu me pergunto o que são alguns milhões de euros para uma região onde a crise econômica nem está preocupando tanto?</p>
<p>Para quem acha isso é uma coisa sem fundamentos, o projeto previa que, dos 84,2 toneladas de CO2 emitidos pelo monumento, 87,8 seriam absorvidos pela nova iniciativa. Uma conta até que lógica vista deste ponto, mas que sensatamente recusada pela cidade e pela <em>The Société d’Exploitation de la Tour Eiffel </em>(Sete), responsável pela torre.</p>
<p>Confesso que acho até engraçado a ideia surreal de mudar um monumento do porte da Torre Eiffel desta maneira. Afinal, existem tantas outras maneiras de transformar estes pontos turísticos em locais mais responsáveis com o meio ambiente.</p>
<p>Quer outro exemplo? Um exemplo real e, até mesmo simples? A GE, em parceria com a EDF Energy, fará com que Londres reduza em 40% o consumo de energia na iluminação da Tower Bridge.</p>
<p>O novo projeto substituirá a iluminação atual, em funcionamento há 25 anos, por lâmpadas de LEDs e terá como objetivo realçar a arquitetura centenária da ponte. É claro que toda essa iniciativa não tem apenas o foco sustentável, mas o projeto também mira o turismo na cidade, já que Londres receberá em 2012 os Jogos Olímpicos, Paraolímpicos e o Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth. Tudo indica que será um belo espetáculo, pelo menos a noite.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5212" title="com-limao-tower-bridgel-sustentabilidade" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/12/com-limao-tower-bridgel-sustentabilidade-post01.jpg" alt="" width="474" height="282" /></p>
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		<title>Smart Cities: O divórcio entre a sustentabilidade e a qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 03:20:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com espaços padronizados e 100% conectadas, cidades inteligentes são a solução para o futuro?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar a tecer os comentários do texto abaixo, gostaria de compartilhar um pouco sobre o processo de criação deste texto. O pontapé inicial se deu após ter lido o texto “<a href="http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/por-dentro-do-laboratorio-americano-que-esta-criando-a-cidade-do-futuro#leitura" target="_blank">Por dentro do instituto americano que está criando as cidades inteligentes do futuro</a>”. Coincidentemente, alguns minutos depois – nem se quer lembro o porquê – acabei “tropeçando” na vista aérea do distrito de Eixample, em Barcelona.</p>
<p>Para começar, de acordo com o texto da Veja.com, em 2050 a população mundial será de seis bilhões nas áreas urbanas, ou seja, seria como colocar toda a população atual em cidades. Se algumas cidades brasileiras já são uma loucura, imagine comportar mais pessoas.</p>
<p>Aliás, aqui entra mais um elemento que pode ser usado como fonte de pesquisa. Ultimamente tenho ido a campo em busca de uma casa. Por ter família grande, animais e afins, estou em busca de uma casa. Quem disse que acho uma casa em São Paulo? Todos os espaços disponíveis são prédios, com suas sacadas altas e seus condomínios caríssimos.</p>
<p>É aqui que entra o <a href="http://g.co/maps/dbk6c" target="_blank">“bairro planejado” de Barcelona</a>. Para quem anda nas ruas, a sensação é quase imperceptível, já pela vista aérea, podemos ver o quanto a região é padronizada. Com blocos que lembram uma grande base de lego (sabe aquelas peças grandes, que usamos como base para brincar?), a região é organizada de forma quase que sistemática e milimétrica.</p>
<p>Também é neste momento que cruzamos com outro ponto do texto escrito pelo jornalista Marco Túlio, da Veja. Nele, o autor diz que o MIT (Massachusetts Institute of Technology) tem algumas cartas na manga para resolver o problema deste acumulo de pessoas. Chamadas de cidades inteligentes, ou smart cities, as soluções são diversas e vão de soluções para o fim dos congestionamentos, passando por carros públicos ou, até mesmo, uma cidade inteira conectada na “nuvem” digital.</p>
<p>Ainda no texto, alguns exemplos de moradia são apresentados pelo MIT, como, por exemplo, o apartamento modular – com paredes móveis e mobília integrada. Paredes móveis, cidades com bairros planejados, conexão sem fim. Até o momento tudo parece uma grande maravilha, no entanto acho que estamos esquecendo-se de alguns pontos.</p>
<p>Muitos destes projetos pregam a sustentabilidade como ferramenta e bandeira primária, mas esquecemos de que sustentabilidade também pode ter a ver com qualidade de vida. Será que viver em um apartamento em que “basta” arrastar a parede para transformar o quarto em uma sala ou viver 24hrs por dia conectado é ter qualidade de vida?</p>
<p>Segundo Betsy Parrow, psicóloga e professora da Universidade de Columbia, <a href="http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/pessoas+estao+usando+a+internet+como+memoria+externa/n1597080262935.html">a internet tem mudado o modo como as pessoas armazenam e buscam informações</a> no próprio cérebro. Uma pesquisa de Parrow mostrou que, ao não se lembrar de algo, o primeiro impulso das pessoas é pensar no computador como forma de armazenagem e busca.</p>
<p>Quer mais um exemplo? Quem já morou no Japão ou teve certa estadia pelas terras do sol nascente sabe que espaço não é um dom de algumas moradias de lá. Isso se dá porque a população do país cresceu e o país são apenas algumas ilhas no Oceano Pacífico.</p>
<p>Agora para os que acham que eu estou sendo muito trágico ou pessimista, e adorariam me acertar com seus tablets para mostrar de que forma a tecnologia pode fazer mal, vou usar um exemplo mais “fofinho”. Basta assistir o filme Wall-e, da Pixar, para entender um pouco sobre o que estou tentando dizer. Será que uma sociedade padronizada e totalmente conectada pode realmente nos fazer bem ou vamos virar gordinhos sistemáticos com dependência digital? Não sei, mas ainda acho que uma pitada de caos ainda é necessária para tornar nosso cotidiano divertido.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=WLXJ0NaZDF4"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=WLXJ0NaZDF4"></embed></object></p>
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		<title>Riverpark Farm: A fazenda moderna no meio dos arranha-céus de NY</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Oct 2011 16:42:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Inaugurado em Setembro de 2011, restaurante nova-iorquino tem fazenda própria para cultivar seus alimentos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o constante aumento da preocupação em relação aos desgastes no meio ambiente, procedências e o uso de agrotóxicos nos alimentos, muitas pessoas acabam criando suas próprias hortas.</p>
<p>No entanto, imagine fazer isso em grande escala. Imagine um restaurante onde a preocupação com os alimentos é uma bandeira tão bem defendida, ao ponto de ser criada uma fazenda bem no meio de uma selva de pedras.</p>
<p>Localizado no final da East 29th Street, em Nova York, o <a href="http://www.riverparkfarm.com/farmtable.php" target="_blank">Riverpark Farm</a> foi inaugurado no último mês de Setembro e tem como proposta apresentar pratos feitos com ingredientes naturais e cultivados no próprio local. Como nem tudo pode brotar no topo de um prédio, os demais alimentos usados pelo restaurante são comprados de uma fazenda orgânica fora da região metropolitana.</p>
<p>Criada em uma fazenda móvel, feita a partir de caixas de madeira empilhadas, o Riverpark Farm pode ser reorganizado e transportado para outros lugares em caso de necessidade. Isso sem contar a arquitetura fantástica do local, que transforma qualquer almoço em um belo piquenique.</p>
<p>Bem ao lado do Empire State, o restaurante é uma ótima sugestão para quem quer dar um tempo na vida agitada de uma das maiores cidades do mundo e degustar uma alimentação saudável.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post01.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post02.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post03.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4758" title="com_limao_riverpark_farm_nova_york" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_riverpark_farm_nova_york-post04.jpg" alt="" width="474" height="257" /></p>
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		<title>Poetree: Como ser sustentável após partir deste mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 00:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
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		<description><![CDATA[Criado por designer indiana, urna funerária faz árvore crescer das cinzas do ente querido]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Morrer. A única certeza que temos, independente de religião, raça ou classe social. Pode parecer um texto tanto quanto fúnebre, mas na verdade quero mostrar como você pode ser sustentável até quando partir dessa para melhor, reencarnar ou encontrar suas 40 virgens.</p>
<p>Embora a “assistência funerária” raramente seja sustentável graças aos produtos químicos usados em embalsamamentos, câmaras mortuárias de concreto e caixões não biodegradáveis, os enterros fica mais verdes a cada ano, com várias várias opções amigáveis ao meio ambientes e abordagens inteligentes.</p>
<p>Uma delas eu encontrei no <a href="http://blogs.discoverybrasil.uol.com.br/treehugger/">blog Treehunger</a>, da Discovery, que mostra a simplicidade do ciclo natural da vida.</p>
<p>Chamado de Poetree, o projeto da designer indiana Margaux Ruyant é uma urna funerária que infunde um espírito poético no processo do luto. A <a href="http://idsa.org/poetree" target="_blank">Poetree</a> evolui ao longo do tempo, permitindo que as pessoas que perderam alguém plantem uma árvore em suas cinzas, oferecendo aos que partiram um monumento simples, mas elegante (além de verde!).</p>
<p>Composta por um anel de cerâmica com informações sobre a pessoa falecida e um recipiente com tampa de cortiça, a Poetree permite que os entes queridos usem as cinzas da pessoa para plantar uma muda de buxo.</p>
<p>Depois de esperar a muda crescer durante algum tempo, a urna pode ser plantada diretamente na terra, onde o recipiente de cortiça irá se degradar lentamente. Por fim, restará apenas o anel de cerâmica e uma árvore viva para celebrar a vida dos que já se foram. É uma bela ideia transformar a visão “estática” da morte em uma homenagem mutável e repleta de otimismo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4733" title="com_limao_poetree_sustentavel" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_poetree_sustentavel-post.jpg" alt="" width="474" height="319" /></p>
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		<title>Lee: Sacolas recicláveis e multifuncionais para os clientes</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Oct 2011 02:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Embalagem]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Criada por estúdio americano, embalagem transforma-se em jogos de tabuleiro e marcador de páginas]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas vezes paro pensar como essa lei que proíbe o uso de sacolas é besta. Não digo isso porque acho que tenhamos que usa-las, pelo contrário, acho besta porque usar soluções que proteja o meio ambiente deveria ser algo intrínseco do ser humano.</p>
<p>Infelizmente essa atitude não é algo natural e quando surgem soluções simples e ecologicamente corretas, é inevitável pensarmos “Como nunca pensei nisso antes?!”.</p>
<p>Um belo exemplo é a sacola criada pelo estúdio <a href="http://www.thinkhappy.biz/" target="_blank">Happy, </a>para a marca americana de jeans Lee.</p>
<p>Além de ser produzida com papelão reciclado, a sacola é o que podemos chamar de multiuso. Isso porque ela pode virar marcadores de página, calendário e outros apetrechos apenas sendo recortada e dobrada.</p>
<p style="text-align: left;">De acordo com nosso saudoso amigo Vince Vader, do <a href="http://gameanalyticz.blogspot.com/2011/06/sacola-de-papel-com-boardgame-acopaldo.html" target="_blank">Game Analyticz</a>, a sacola ainda inclui um board game (jogo de tabuleiro) que parece ser o clássico indiano Snakes and Ladders.</p>
<p>Agora que você viu essa ideia, o que você acha da próxima vez em que for criar algo sustentável, também pensar um pouco fora da caixa?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4688" title="com_limao_sacola_bag_lee" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/10/com_limao_sacola_bag_lee-post01.jpg" alt="" width="474" height="736" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Contagion: Fungos e bactérias para criar cartaz vivo</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 17:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fabio Allves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Cartazes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Fungos]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Vírus]]></category>

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		<description><![CDATA[Warner cria cartaz vivo para divulgar filme do diretor Steven Soderbergh]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Com Limão está mega ansioso para ver Matt Damon, Laurence Fishburne, Jude Law, Marion Cotillard, Gwyneth Patrol e Kate Winslet juntos no filme <a href="http://contagionmovie.warnerbros.com/index.html" target="_blank">Contagion</a>. Parece besteira, mas desde que vimos o trailer a alguns meses, estamos acompanhando tudo sobre o lançamento.</p>
<p>A Warner, distribuidora do filme, teve uma fantástica ideia de divulgar o filme no Canadá com cartazes vivos e cheios de bactérias e fungos.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=LppK4ZtsDdM"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=LppK4ZtsDdM"></embed></object></p>
<p>O resultado é meio nojento – como podemos ver no vídeo – mas a ideia transmite exatamente o que será a essência do filme. Muito bom! Agora aguardamos ansiosamente o filme, enquanto isso dá uma olhada no trailer.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=4sYSyuuLk5g"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=4sYSyuuLk5g"></embed></object></p>
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		<title>Construa pontes e não muros &#8211; A ficus elastica e os indianos</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Sep 2011 03:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stuart</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Índia]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pontes]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Conhecimento arboricultural transmitido entre gerações criam pontes naturais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Construa pontes e não muros. Uma comunidade chamada Nongriat em Meghalaya, na Índia, tem essa filosofia a mais de 500 anos e deu muito certo. Não são simplesmente pontes. São pontes vivas.</p>
<p>Na região de Cherrapunji há mais de 15 metros de precipitação anual e com isso, certamente há muitas inundações, aumentando o fluxo dos rios. Por consequência, poucas pontes de madeira ou aço suportariam o poder destrutivo desses rios. O transporte muitas vezes é feito através dos rios e quando ele volta a sua quietude, não há mais pontes, mas mesmo assim é necessário pescar, lavar roupa, ir de uma comunidade a outra. A pergunta que fica no ar é: como fazer isso?</p>
<p>Os moradores locais tem a resposta através de uma espécie de seringueira, a &#8220;ficus elastica&#8221;, que do alto do seu tronco, descem raízes secundárias que crescem em grande profusão, formando assim as pontes vivas. As tribos antigas perceberam que podiam usar essas raízes para criar passagens sobre a água, centenas de anos atrás, usando troncos ocos para guiar o crescimento dessas raízes. Uma vez que as raízes vão de encontro à margem vizinha, elas não param de crescer e se fortalecer.</p>
<p>Leva de 10 a 15 anos pra que uma ponte se forme e depois de pronta, os moradores adaptam pra melhor uso, mas ela pode suportar até 50 pessoas por vez. Esse conhecimento arboricultural é passado dos mais velhos para os mais jovens por gerações e gerações e que continuam o trabalho.</p>
<p>As pontes são tão incríveis, que ganharam destaque na série &#8220;<a title="Planeta Humano" href="http://comlimao.com/2011/05/04/discovery-channel-promove-intervencao-urbana-e-exposicao-no-masp/" target="_blank">Planeta Humano</a>&#8220;, da Discovery. Para ser mais exato, no episódio 7 da série, trecho que você confere abaixo. Muito mais que uma ideia criativa, as pontes naturais são um belo exemplo de que o homem pode viver muito bem em harmonia com o meio ambiente.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=V7RaW1-tfKU"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=false&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=V7RaW1-tfKU"></embed></object></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4406" title="com_limao_india_pontes_naturais-post01" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/09/com_limao_india_pontes_naturais-post01.jpg" alt="" width="474" height="239" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4406" title="com_limao_india_pontes_naturais-post02" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/09/com_limao_india_pontes_naturais-post02.jpg" alt="" width="474" height="239" /></p>
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		<title>Ajiro: Uma bicicleta cultivada com bambu e criatividade</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/08/21/ajiro-uma-bicicleta-cultivada-com-bambu-e-criatividade/</link>
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		<pubDate>Sun, 21 Aug 2011 18:34:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
		<category><![CDATA[Bambu]]></category>
		<category><![CDATA[Bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Criada por estudante australiano, bicicleta feita de bambu promete ser a evolução do transporte]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com suporte de Kimberley Mok, via <a href="http://blogs.discoverybrasil.com/treehugger/2011/08/uma-bicicleta-cultivada-n%C3%A3o-fabricada.html" target="_blank">Treehugger</a></em></p>
<p>Não é de hoje que o <strong>bambu</strong> é usado para os mais diversos produtos. Lembro com gosto de infância do sofá que compunha a sala de estar da minha mãe. Era incrível como algumas tiras formavam um móvel tão resistente e leve. Ainda me pego pensando em como tentava desamarrar as tiras de bambu, unidas por algum artesão perdido pelo mundo.</p>
<p>Na década de 90 o sofá foi embora, dando lugar para um feito de couro. Afinal, aquela coisa feita de plantas era algo ultrapassado e não ficava bonito tê-lo na sala. Ah, essa moda cíclica! Não é que hoje o bambu voltou com força?</p>
<p>Pegando a onda dos eco-conscientes, o bambu tem ganho status de celebridade. Tanto que o <a href="http://student.designawards.com.au/application_detail.jsp?status=2&amp;applicationID=9521" target="_blank">Australian Design Awards premiou a Ajiro</a>, uma bicicleta feita com a matéria prima citada no parágrafo anterior.</p>
<p>Aproveitando as qualidades do bambu &#8211; material leve, forte e renovável – o estudante australiano de <strong>design</strong> Alexander Vittouris criou a bicicleta que, em vez de ser fabricada, é “cultivada”.</p>
<p>Em resposta aos custos energéticos relativamente altos com metal e com a montagem das bicicletas convencionais, a <strong>bicicleta</strong> Ajiro une a flexibilidade natural do bambu e o processo de crescimento ao ciclo de vida do produto.</p>
<p>Pensando em todo o processo de produção, Vittouris  usou técnicas de arboescultura para prever linhas de crescimento das estruturas de bambu, para que sejam cultivadas e esculpidas até assumirem sua forma final, ou seja, a bicicleta é moldada por tensão (em um esqueleto interno), evitando que as variações no processo de crescimento tenham que ser corrigidas por métodos que consomem energia, como vaporização ou calefação.</p>
<p>Segundo seu criador, a Ajiro ainda possui uma evolução quando comparada com a bicicleta convencional: “<em>As rodas traseiras da Ajiro atuam como mecanismos de direcionamento, enquanto a roda dianteira funciona como entrada de energia (humana). Isso acaba com a complexidade de muitos veículos do gênero, que dependem de sistemas de corrente. Para dar estabilidade em baixas velocidades, exigidas no uso urbano, grande parte do peso do ciclista é posicionada sobre as rodas traseiras</em>”.</p>
<p>Quem diria que a bicicleta poderia tornar-se um produto ainda mais sustentável?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4142" title="com_limao_ajiro_bicicleta_bambu" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_ajiro_bicicleta_bambu-post01.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4142" title="com_limao_ajiro_bicicleta_bambu" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_ajiro_bicicleta_bambu-post03.jpg" alt="" width="474" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4142" title="com_limao_ajiro_bicicleta_bambu" src="http://comlimao.com/wp-content/uploads/2011/08/com_limao_ajiro_bicicleta_bambu-post02.jpg" alt="" width="474" /></p>
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		<title>A evolução da bicicleta: O projeto PXP e as tecnologias em duas rodas</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 15:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Stuart</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rede Ecoblogs]]></category>
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		<description><![CDATA[Grupo de empresas moderniza o conceito da bicicleta e criam capacete que lê o pensamento de quem anda com ela]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Além de ilustrar, uma grande paixão minha é pedalar. Com o tempo, vamos conhecendo melhor o funcionamento da <strong>bicicleta </strong>para que possamos adequá-la as nossas necessidades e ir mais longe ainda com o mínimo de fadiga possível.</p>
<p>É justamente  o que a <em>Toyota, Saatchi &amp; Saatchi LA</em>, <em>Deeplocal</em> e <a href="http://www.parleecycles.com/" target="_blank"><em>Parlee Cycles</em></a> pensam sobre as bicicletas. Eles desenvolveram um <a href="http://www.toyotapriusprojects.com/#/011" target="_blank">projeto chamado PXP</a>, baseado em um famoso carro, o Prius. &#8220;<em>O Prius não foi o primeiro carro, mas era o carro otimizado. O PXP é uma homenagem a essa otimização</em>&#8220;, disse Chris Adams, Diretor Executivo de Criação da <em>Saatchi &amp; Saatchi LA.</em></p>
<p>Eles criaram uma <em>bike</em> de estrada com características aerodinâmicas, de modo a tornar-lá mais confortável à vida do ciclista. O projeto tem mudanças sutis, mas que fazem toda a diferença: A <em>bike</em> foi testada em um túnel de vento no MIT para melhorar sua aerodinâmica e os cabos, por exemplo,  passam por dentro do quadro para reduzir o arrasto do vento. Parece pouco, mas que tal pedalar cortando vento como Lance Armstrong sem ter que ficar curvado no guidão da <em>bike</em>, apenas aproveitando o passeio? É isso que o Chris Adams garante.</p>
<p>Agora vem a cereja do bolo. O projeto PXP desenvolveu um capacete (feito pela <a href="http://www.deeplocal.com/" target="_blank"><em>Deeplocal</em></a>) no qual você pode trocar de marcha apenas pensando! Incrível! Mas é uma tecnologia feita com alguns <em>softwares</em> modificados e isso quer dizer que não nada de outro mundo e que com melhoramentos, pode ser comercializado.</p>
<p>Bom, não é uma coisa do outro mundo, mas que é uma ótima ideia, isso é. Feitos alguns testes e com alguns minutos de treino, já era possível distinguir de &#8220;<em>shift up</em>&#8220;, &#8220;<em>shift down</em>&#8221; de &#8220;<em>I want a sandwich</em>&#8221; (o que seria um baita problema!). É quase uma mágica!</p>
<p>Além disso, a bike tem um <em>dock</em> pra você encaixar seu smartphone e monitorar seus dados, como ritmo cardíaco, velocidade, calorias perdidas, etc.</p>
<p>Mas nem tudo são flores. Ao menos pra nós, ciclistas. O projeto PXP ainda não será comercializado e por mais que você tenha umas boas doletas no bolso, não é agora que vamos passear nessa belezinha superinteligente. &#8220;<em>A bike é destinada apenas como uma exploração de criação e não estará à venda</em>&#8220;, diz Chris Adams. &#8220;Esperamos que a aprendizagem a partir deste conceito de exploração expanda as ideias sobre o futuro do design da bicicleta.&#8221;</p>
<p>Eu gostei bastante e olhe que eu sou dos que acham que, na sua essência, a bicicleta já é perfeita como ela é. E eles conseguiram melhorar!</p>
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