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	<title>Com Limão &#187; Mercado</title>
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	<description>Com limão é mais gostoso!</description>
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		<title>Smartphones crescem mais de 100% e Android lidera lançamentos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 15:45:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Com Android na liderança, mercado de telefonia cresce acima de 100% e vê tablets ganhando espaço no país]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado brasileiro de telecomunicação está a todo vapor. Pelo menos é o que afirma um estudo apresentado pelo grupo GfK, que mostra o crescimento de 13,5% do mercado entre 2010 e 2011. No entanto o grande destaque fica por conta dos smartphones, que tiveram um salto nas vendas de 112% e já se posicionam com importância na categoria0, representando 34% do mercado de telefonia móvel e fixa do país.</p>
<p>Ainda segundo o estudo, o sistema Android tem sido destaque neste crescimento vertiginoso. “É inegável o crescimento dos smartphones dentro da telefonia móvel brasileira. No ano de 2011, 70 novos modelos desse produto foram lançados no país. Deste número, 43 tinham como base o sistema operacional Android”, afirma Cláudia Bindo, gerente de negócios da GfK.</p>
<p>Apesar de ainda possuir uma fatia de consumidores premium significativa do mercado, os smartphones tem ganho participação com o lançamento de produtos mais baratos, na média dos R$ 450,00.</p>
<p><strong>A invasão dos tablets no mercado brasileiro</strong></p>
<p>O estudo apresentado pela GfK também mostra que os tablets já representam 4% do mercado de telefonia brasileiro. Impulsionado pela redução do preço médio, de R$ 2000,00 para R$ 1200,00 – e a redução de alíquota de impostos federais, o segmento de tablets no Brasil já conta com 16 marcas, volume muito superior comparado ao modesto número de duas marcas presentes em 2010. Apesar de o Brasil possuir uma das médias mundiais mais altas em relação ao preço dos tablets (cerca de US$ 685), A expectativa é que em 2012 o setor fique ainda mais concorrido, seguindo tendência mundial.</p>
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		<title>Android &amp; Google Market Place: O poder do pequeno robô verde</title>
		<link>http://comlimao.com/2011/07/28/android-google-market-place-o-poder-do-pequeno-robo-verde/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jul 2011 00:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Victor Vasques</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Android]]></category>
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		<description><![CDATA[Sistema operacional mobile do Google cresce no mercado, briga pela liderança e lança novidades]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atropelando o Blackberry OS como um trem em alta velocidade e almejando o primeiro lugar do iOS, da Apple, o Android tem aberto caminho para o Google no mercado mobile.</p>
<p>Segundo a <a href="http://venturebeat.com/2011/07/18/apple-ios-vs-android-os-consumer-battle-heats-up-and-blackberry-os-gets-crushed/" target="_blank">ChangeWave Research</a>, o sistema operacional mobile do Google possui 32% de market share (porcentagem do mercado), contra apenas 4% da BlackBerry e 46% da Apple.</p>
<p>No entanto, não é só nesse quesito que o pequeno robozinho verde assusta os concorrentes. Salvo os 70% dos Applemaníacos, o Android é o sistema com consumidores mais satisfeitos, com cerca de 50% &#8211; contra 27% do Windows OS e 26% do Blackberry. Um verdadeiro PacMan de consumidores mobile!</p>
<p>No entanto o Google não para por aí e nas últimas semanas apresentou seu novo “Market” para aplicativos. Com visual totalmente remodelado, o Google mostra que após dominar o mundo virtual, agora pretende investir no visual dos seus produtos.</p>
<p>Ainda indisponível no Brasil, o Com limão foi testar o novo Google Market Place e concluiu que a mudança foi monstruosa. Muito mais organizado, com navegação mais intuitiva e destaques por seções, o novo Market ainda tem como novidade o aluguel de filmes e livros. Iniciativa que deve não deve deixar Steve Jobs dormir em paz por um bom tempo.</p>
<p>Tudo indica que o Google não vai desistir tão cedo de conquistar o primeiro lugar no mercado de celulares e não deve parar de crescer tão cedo.</p>
<p>Quem deve ficar triste com isso são os donos da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI238692-16380,00-PENSE+PEQUENO.html" target="_blank"><em>start up</em> minúscula</a> que, em 2005, foi vendida para o Google por um valor tão pequeno, que na época escapou das exigências de ser revelado publicamente.  Acredito que eles nem imaginavam que seis anos depois a marca Android estaria valendo mais de 2 bilhões de dólares e brigando pela liderança.</p>
<p><object width="474" height="300"><param name="base" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/"></param><param name="movie" value="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf"></param><param name="scale" value="noscale"></param><param name="salign" value="tl"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="allowScriptAccess" value="sameDomain"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="sameDomain" value="true"></param><param name="flashvars" value="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=true&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=5Pbo-d62ivY"></param>    <embed type="application/x-shockwave-flash" width="474" height="300" src="http://comlimao.com/wp-content/flashdo/flashblue/flv-player-black-v2/flvplayer.swf" scale="noscale" salign="tl" wmode="transparent" allowScriptAccess="sameDomain" allowFullScreen="true" flashvars="width=474&#038;height=300&#038;showPreviewImage=true&#038;previewImageUrl=images/preview.swf&#038;getYouTubeVideoInfo=true&#038;youTubePlaybackQuality=medium&#038;cssFile=css/flvplayer.css&#038;titleColor=#FFFFFF&#038;titleFontSize=16&#038;descriptionColor=#999999&#038;descriptionFontSize=11&#038;contentBgColor=#000000&#038;contentBgAlpha=0.8&#038;rollOverAlpha=0.5&#038;progressBarColor=#bdd600&#038;defaultVolume=0.8&#038;defaultBuffer=3&#038;videoLoop=false&#038;autoPlays=false&#038;autoHideNav=false&#038;autoHideNavTime=3&#038;fullSizeView=3&#038;showToolTip=true&#038;toolTipBgColor=#000000&#038;toolTipTextColor=#FFFFFF&#038;toolTipAlpha=1&#038;showRewind=true&#038;showInfo=true&#038;showFullscreen=true&#038;showScale=true&#038;showSound=true&#038;showTime=true&#038;showCenterPlay=true&#038;showWatermark=true&#038;watermarkImageUrl=http://comlimao.com/wp-content/plugins/flv-player/watermark.png&#038;watermarkPosition=right&#038;watermarkAlpha=0.5&#038;watermarkTarget=_blank&#038;videoUrl=http://www.youtube.com/watch?v=5Pbo-d62ivY"></embed></object></p>
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		<title>Starbucks – Pensamentos e análises sobre a guerra entre branding e sustentabilidade</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jan 2011 10:07:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Com limão</dc:creator>
				<category><![CDATA[EcoDesign]]></category>
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		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Starbucks se precipita ao lançar nova marca e cria “guerra interna” entre branding e sustentabilidade]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de começar o texto, quero dizer para os leitores que refleti muito para falar sobre essa análise. Afinal, ela é uma das minhas lovemarks, não pelo design, mas pela experiência.</p>
<p>Desde que a Starbucks desembarcou em São Paulo, em meados de 2007, paro para “bebericar” um café ou um suco na rede americana. Com a filosofia de ser uma empresa sustentável, fui um dos primeiros a aplaudir de pé o “<a title="Global Green Day" href="http://www.comlimao.com/2010/04/15/global-green-day-starbucks-incentiva-clientes-usar-menos-de-copos-de-papel/" target="_blank">Global Green Day</a>“, dia em que se incentivou o consumidor a largar o copo de papel e levar a própria caneca.</p>
<p>Na última semana a Starbucks <a title="Nova marca Starbucks 2011" href="http://www.starbucks.com/preview" target="_blank">apresentou a nova marca da rede</a>. Prevista para entrar em aplicação este ano, a marca perde o logotipo e deixa espaço apenas para o símbolo da sereia. Um passo ousado do ponto de vista de branding. Por que? Simples, com essa atitude a Starbucks afirma que é reconhecida visualmente e não precisa da grafia “Starbucks Coffee” como apoio para marca,<a title="Piadas sobre a Starbucks no Twitter" href="http://twitter.com/comlimao/status/22841024107782144" target="_blank"> abrindo espaço para piadas</a>.</p>
<p>No entanto aqui entramos em uma “briga” entre a sustentabilidade e marca. Se formos pensar bem a fundo, qual o principal canal de divulgação da marca Starbucks? Qual seu principal ícone? Existe apenas uma resposta: o copo de café!</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;">(…) qual o principal canal de divulgação da marca Starbucks? O copo!</p>
</blockquote>
<p>É neste simples copinho de papel que encontramos o calcanhar de Aquiles da cafeteria. Para uma empresa que tem como lema “Help us to help the planet” (“Nos ajudem a ajudar o planeta”),descartar mais de 3 bilhões de copos de papel por ano não é uma boa ajuda ao meio ambiente.</p>
<p>Para resolver o problema, entra em cena Howard Schultz, fundador da rede em pessoa, anunciou que resolveria o problema (mais uma vez o fundador entra em cena, lembrando a relação que a Apple tem com Steve Jobs). O objetivo a ser cumprido? Reciclar 100% dos copos até 2012.</p>
<p>Isso não é problema quando se tem parceiros como a Georgia Pacific, empresa de papel que usa os copos reciclados na fabricação de guardanapos. Fantástico! Uma rede de parceiros que recebem os copos da própria Starbucks. Seria perfeito se 80% dos copos não fosse descartados fora das lojas.</p>
<p>Uma solução insana seria sair pelas ruas recuperando cada copo Starbucks, ou seja, sem chances de sucesso.</p>
<p>É neste ponto que voltamos a marca. Se o copo de papel é o principal meio de divulgação da marca Starbucks, como a rede pode se livrar dele? Será que a marca Starbucks chegou ao mesmo patamar de reconhecimento a distância como Swoosh, da Nike, ou a maçã da Apple? Não digo isso no mundo todo, mas apenas nos lugares onde a rede atua. Não será novidade se você achar alguém em São Paulo ou no Rio de Janeiro que não lembre do visual da marca Starbucks, mas sim da experiência.</p>
<p>A situação fica um pouco pior com o <a title="Concorrente da Starbucks anuncia sua chegada" href="http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201009032350_IVN_261438&amp;idtel=RV018STARBUC" target="_blank">anúncio da chegada da Seattle´s Best Coffee</a>, uma rede de cafeterias focada na classe C e D. Público pelo o qual a Starbucks já começa a dar sinais de interesse.</p>
<p>Ao que tudo indica a Starbucks adotou uma ação global para uma situação que exigia uma ação focada, abrindo uma “guerra” interna entre reconhecimento da marca e sustentabilidade.</p>
]]></content:encoded>
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