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title: "Novidades Apple: Mac Studio &#038; Studio Display, iPad Air (2022), chip M1 Ultra e iPhone SE"
url: "https://comlimao.com/tecnologia/apple/novidades-apple-mac-studio-studio-display-ipad-air-2022-chip-m1-ultra-e-iphone-se/"
author: "Victor Vasques"
date_published: "2022-03-08T17:37:14-03:00"
date_modified: "2022-03-08T17:37:16-03:00"
categories: ["Apple"]
tags: ["Apple", "Destaques", "iPad Air", "iPhone 13", "iPhone 13 Pro", "iPhone SE", "M1", "Mac Studio", "Meio Ambiente", "Studio Display"]
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# Novidades Apple: Mac Studio &#038; Studio Display, iPad Air (2022), chip M1 Ultra e iPhone SE

A Apple apresentou nesta terça-feira (08), seus novos produtos: o novo iPad Air, agora com chip M1; o novo iPhone SE com A15 Bionic; o poderoso chip M1 Ultra; o Mac Studio, substituto do Mac Mini; e seu monitor Studio Display. Além das novidades, também tivemos anúncios do Apple TV+ e a versão verde do [iPhone 13 e 13 Pro](https://comlimao.com/2021/10/22/iphone-13-pro-vale-a-pena/) (veja abaixo).

Iphone 13 e iPhone 13 Pro verdinho 🌱 [#AppleEvent](https://twitter.com/hashtag/AppleEvent?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw) [pic.twitter.com/qUa3DTn87U](https://t.co/qUa3DTn87U)

— Victor Vasques 𝕏 (ex-) (@comlimao) [March 8, 2022](https://twitter.com/comlimao/status/1501258415271677958?ref_src=twsrc%5Etfw)

Para entender melhor as novidades da Apple, precisamos entender para qual perfil de público a empresa direcionou cada uma das novidades. Parece ser um pequeno detalhe, mas influencia todo o contexto do lançamento — e os seus preços. Principalmente no caso do Mac Studio e do Studio Display. Mas vamos começar pelo iPhone SE. 

O modelo de entrada da Apple agora virá com chip Bionic 15 (o mesmo utilizado no iPhone 13), bateria melhorada, conectividade 5G e tela Retina HD. Além disso, o iPhone SE tem resistência IP67 (resistente à água) e Touch ID – este último talvez seja a grande surpresa. Não por ser uma novidade, mas por continuar presente até mesmo no modelo mais barato de 2022. Segundo a Apple, a GPU do novo iPhone SE é 2.2x mais rápida do que o iPhone 8, tornando um smartphone ideal para quem quer aproveitar tudo dos games na palma da mão.

## iPad Air com M1

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Outra “novidade” é o iPad Air com chip M1, o mesmo processador utilizado nos MacBooks. Digo novidade entre aspas porque o modelo já era esperado, mas é muito legal ver ele ganhar vida. Nos últimos meses comprei um MacBook Air com M1 e posso dizer que virei fã do chip da Apple. O grande segredo dele não está só na potência, mas como ele gerencia o consumo energético, ou seja, com menos desperdício de energia, ele trabalha melhor e esquenta menos. É uma bola de neve e vou tentar explicar… Menos energia é igual a menos calor. Com menos calor, o CPU/GPU trabalham melhor.

Com chip M1 no iPad Air, o modelo ganha mais potência e mantém a mobilidade do tablet. Além disso, o Air conta com conectividade 5G e teve uma melhoria na sua câmera frontal (agora com 12MP Ultra Wide). Unido a Magic Keyboard, capa com teclado da Apple, o novo iPad Air pode substituir muitos notebooks do mercado. Disponível em 5 cores, os preços variam entre R$ 6.799 (64GB) e R$ 8.399 (256GB), mas podem chegar a quase R$ 15 mil com conectividade Cellular, Magic Keyboard e Apple Pencil.

## Chip M1 Ultra

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Nesta novidade a Apple mostrou que não está para brincadeira. Enquanto o mundo sofre com uma carência de chips, a empresa de Cupertino mostrou que dá para fazer mais com menos. O novo M1 Ultra é uma junção de dois chips M1 Max, permitindo que se crie uma CPU com 20 Core e uma GPU com 64 Core. Para quem não está acostumado com termos técnicos, isso quer dizer que eles somaram os dois processadores e trouxeram muito mais potência (algo jamais visto). O grande segredo segue sendo em dois detalhes: na conexão entre os dois chips – chamada de arquitetura UltraFusion – e no consumo energético.

A mesma história do iPad. Se o chip consome menos energia, mas de forma mais inteligente, ele desperdiça menos e ganha potência. É legal ver que a Apple está empenhada em trabalhar o seu conceito de menos impacto ambiental, uma vez que os produtos consomem menos, mas continuam sendo referência em potência.

## Mac Studio & Studio Display

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Antes de falarmos sobre o Mac Studio, precisamos entender para qual público ele é direcionado. Esta caixinha potente não é para você jogar games ou editar um vídeo ou outro. O Mac Studio é o que existe de mais fino para um público PJ, ou seja, para estúdios de design, arquitetura, 3D, desenvolvimento de softwares, fotógrafos e músicos. Estamos falando de um computador top de linha para trabalho.

“Meu deus, o Mac Studio custa quase 100 mil reais”. Sim, meu caro leitor. Para efeito de comparação, [nós testamos recentemente o Lenovo P620](https://comlimao.com/2022/02/08/lenovo-p620-workstation-dreamworks/), modelo escolhido para ser o coração das ilhas de edição e 3D da Dreamworks. O aparelho usa um processador AMD Ryzer Threadripper Pro 3995WX que custa R$ 40 mil. Isso mesmo, 40.000 reais só no processador. E vale dizer que consome uma boa quantia de energia elétrica.

Já o Mac Studio promete  consumir 1.000 kW/h a menos do que o desktop top de linha. Além disso, é muito mais compacto – uma obra prima da engenharia da Apple e resultado de um poderoso sistema de dissipação de calor. De novo, é a mesma equação utilizada no M1 do iPad Air (menos energia, menos calor e mais desempenho).  Completa o conjunto do Mac Studio 6x portas USB-C Thunderbolt 4, 1x porta HDMI, 1x SDXC, 1x porta Ethernet, Bluetooth 5.0 e Wi-Fi 6. 

Reforçando… não é um computador para uso doméstico. Ninguém precisa de 6 portas Thunderbolt 4 para utilizar em casa. Só se você tiver um estúdio em casa, mas isso quer dizer que você é uma PJ e o Mac Studio é um investimento, não um custo para a sua empresa.

Só que o novo computador da Apple precisa de uma tela; e não dá para usar aquele monitor capenga full HD. Por isso, a marca apresentou em conjunto com o Mac Studio, o Studio Display. Uma tela de 27 polegadas com Retina 5K, 6 alto-falantes com Áudio Espacial e microfone de estúdio embutido; câmera de 12 MP Ultra Wide integrada e 600 nits de brilho.

Além disso, o Studio Display conta com 3 portas USB-C e… eis a grande novidade! Precisa apenas de uma entrada Thunderbolt de 96W para funcionar. Ou seja, basta um cabo para conectar tela e computador (a mesma entrada disponível nos MacBooks). Com vidro nano-texture, que dispersa a luz e diminui o reflexo, o novo Studio Display sai por R$ 20.999 e já está disponível na loja da Apple Brasil.
