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Tudo o que você precisa saber sobre os novos chips M5 Pro e M5 Max da Apple
Entenda a nova arquitetura Fusion, as diferenças entre M5 Pro e M5 Max, foco em IA no dispositivo, desempenho gráfico e capacidade de memória.
Entenda a nova arquitetura Fusion, as diferenças entre M5 Pro e M5 Max, foco em IA no dispositivo, desempenho gráfico e capacidade de memória.
A Apple anunciou sua nova geração de processadores voltada para o mercado profissional: os chips M5 Pro e M5 Max. Focados em um salto monumental para tarefas de Inteligência Artificial e construídos sob uma arquitetura inédita, eles são os motores dos novos MacBook Pro.
Para entender exatamente o que muda no seu dia a dia de trabalho e como a Apple conseguiu espremer tanto desempenho nessas máquinas, detalhamos a seguir as principais inovações, especificações e a vocação de cada um desses novos processadores.
O grande segredo por trás do salto de desempenho desta geração não é apenas adicionar mais núcleos, mas sim mudar a forma como o chip é construído. A Apple introduziu a chamada “arquitetura Fusion”, um design de ponta que resolve o clássico problema de gargalo entre processamento e memória.
Na prática, a empresa conseguiu unir fisicamente duas peças de silício de altíssima tecnologia em um único cérebro. Isso permite que todos os componentes do computador conversem entre si de forma quase instantânea.
Quando falamos de processador (CPU), estamos falando dos “operários” da máquina. Para a linha M5, a Apple redesenhou completamente esses operários, criando uma equipe de 18 núcleos projetada para equilibrar força bruta e economia de bateria.
A grande novidade aqui é a introdução oficial do termo “supernúcleos”. Eles são os responsáveis por assumir as tarefas mais pesadas que não podem ser divididas, entregando uma velocidade individual que a Apple afirma ser a mais rápida do mundo atualmente.
O M5 Pro é o ponto de equilíbrio ideal para a esmagadora maioria dos criativos profissionais. Se você trabalha em um estúdio lidando com prazos apertados, vídeos pesados, compilação de código ou design de som, este chip foi desenhado para que você nunca mais veja o sistema engasgar.
Ele representa uma evolução robusta em relação aos seus antecessores, aumentando consideravelmente a capacidade de lidar com múltiplas tarefas ao mesmo tempo e trazendo um fôlego extra para os gráficos 3D.
Se o M5 Pro já atende a maioria dos profissionais, o M5 Max existe para aqueles que acham que o “Pro” não é suficiente. Este chip é literalmente o teto do que a Apple consegue oferecer em um notebook hoje, transformando o MacBook Pro em uma verdadeira estação de trabalho portátil.
Ele é focado em quem precisa do máximo absoluto de processamento gráfico e de um espaço de memória gigantesco para abrir arquivos que fariam computadores normais travarem instantaneamente.
A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurista para virar a ferramenta de trabalho diária de muitos profissionais. Sabendo disso, a Apple mudou a arquitetura interna dos chips para que a máquina não precise enviar seus dados para a nuvem na hora de processar IA.
Para conseguir isso, a empresa tomou uma decisão de engenharia agressiva: colocar aceleradores neurais dentro de cada núcleo de vídeo do computador, além de melhorar o chip dedicado especificamente para redes neurais.
Um bom computador não é feito apenas de processador e placa de vídeo. Como o chip gerencia as portas USB, a segurança dos seus dados e a exportação dos seus vídeos é tão importante quanto a velocidade bruta da máquina.
A linha M5 atualizou os motores internos que cuidam das tarefas de mídia e conexão, garantindo que o fluxo de trabalho seja não apenas rápido, mas também seguro e compatível com os padrões mais modernos da indústria.
Os novos chips equipam a recém-anunciada geração do MacBook Pro de 14 e 16 polegadas. A pré-venda global tem início amanhã, 4 de março (quarta-feira), em 33 países, com os computadores chegando às lojas oficialmente a partir do dia 11 de março de 2026. Para saber mais sobre os novos MacBook Pro e conferir os preços no Brasil, clique aqui.