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Fotografia em zona de conflito – A dura vida entre cliques e tiros em uma favela

Qual a diferença entre um soldado e um fotógrafo em uma zona de guerra? Muitas vezes é quase nula. Casos com profissionais feridos e, algumas vezes, mortos “em combate” se proliferam pelo globo.

Exemplos como o caso divulgado pela WikiLeaks, na série “Collateral Murder“, onde os fotógrafos da Reuters foram mortos por um helicóptero americano no centro de Bagdá ou como o de Paulo Whitaker – também fotógrafo da Reuters – baleado na invasão do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, são comuns em zonas de conflito.

Como então viver em meio as balas e continuar fazendo ótimas fotos? Considerado pelo jornal inglês “The Guardian”, o fotógrafo Severino Silva é um dos profissionais especialistas em fazer imagens de crime.

Entrevistado pelo Uol Notícias, Severino diz que no seu “kit de trabalho” leva lente, bateria, maleta de primeiro socorros, água, capa de chuva. Quando questionado sobre o que é mais importante ao subir um morro dominado por traficantes, Severino completa: “Tem que pensar o que irá fazer, onde estará, em que lugar vai encostar, se segura tiro de fuzil ou não”. Confira a entrevista na íntegra.

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