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Apple Watch: Cuidados com a saúde centrados em dados

Apple Watch E Saúde: Cuidados Centrados Em Dados

No último dia 07 de setembro, a Apple anunciou os novos modelos do Apple Watch, incluindo o Series 8 e o Ultra. Um detalhe chamou a minha atenção logo no início da apresentação; a empresa tem direcionado o smartwatch – cada vez mais – para o campo da saúde. Sim, já não é de hoje que a Apple mostra as funções do aparelho, além de histórias de pessoas que foram salvas por utilizarem algum modelo Watch. No entanto, tenho sentido que isso tem se acentuado a cada apresentação de um novo modelo.

Em 2020, a Apple adicionou a função de oxímetro. Na versão 2022, o Series 8 ganhou sensor de temperatura, sem contar as diversas funções de segurança, como o sensor de acidentes de trânsito. Quando falava sobre a tendência dos wearables, no InovaSocial, era sobre esta realidade que queria falar.

Leia também: #AppleEvent: Apple Watch Series 8, Watch Ultra, sensor de temperatura e muito mais

É neste ponto que entro em uma questão pessoal e que quero trazer para este texto. No dia 16 de setembro, um dia antes de completar 36 anos, fui diagnosticado com hipertensão e pré-diabete. No meu caso, reflexos de um isolamento sedentário durante a pandemia e de uma genética “incrível”. Talvez não seja nenhuma novidade, afinal, a hipertensão virou algo comum na nossa geração. Segundo a OMS, o número de adultos com hipertensão entre 30 e 79 anos aumentou de 650 milhões para 1,28 bilhões nos últimos 30 anos. Mas mesmo sabendo que 1 em cada 6 pessoas do mundo tem hipertensão e que, em algum momento, eu também teria, aquilo me pegou.

Iniciei o tratamento no mesmo dia e, acompanhado de médico, preparadora física e nutricionista, comecei a me cuidar mais. É aqui que entra o Apple Watch, no caso, um Series 6. Aliado ao aplicativo Saúde, presente no iOS, transformei esta dupla na minha central de cuidados para a saúde. Mais do que isso, meus cuidados com a saúde estão centrados em dados.

Apple Watch e Saúde: Sono, coração, atividades físicas e dados para os médicos

Com o Apple Watch no braço durante todo o dia, comecei a registrar constantemente meus batimentos cardíacos. E, por duas vezes, identifiquei alterações. Nada que precisasse de uma atenção maior, mas foram identificadas (uma delas era resultado do meu corpo combatendo o único momento em que o Covid-19 me pegou).

Além do registro em repouso, também tenho usado o Watch para registrar as atividades físicas. Não só os batimentos durante a atividade (que depois serão cruzados com a aferição da pressão, com um aparelho terceiro – veja abaixo), mas também para registrar – quase como um diário sem caneta – das minhas atividades. Esta parte talvez já seja mais comum para quem já está acostumado a praticar atividades físicas com o smartwatch.

Por fim, ele também é meu companheiro noturno. Além de ativar o modo Sono por ele – que desativa as notificações de celular – também utilizo para monitorar o sono, tempo na cama e frequência respiratória ao dormir. É claro que algumas medições não possuem a precisão de um aparelho médico, mas servem como referências. Em resumo temos: 

  • Sono:
    • No Apple Watch: Medição dos batimentos, Frequência respiratória, tempo na cama vs. dormindo e controle do modo “Sono”
    • No app Saúde: Resumo e registo dos dados do Apple Watch
  • Atividade Física:
    • No Apple Watch: Medição dos batimentos, resumo da atividade física (tempo, distância e calorias), controle do iPhone e notificações.
    • No app Saúde: Resumo e registo dos dados do Apple Watch, dados da aferição da pressão e compartilhamento com o meu time de saúde

Como plano de saúde tenho utilizado o Alice, uma gestora de saúde que não me canso de indicar para quem está procurando cuidar da saúde e quer uma solução digital, com ampla cobertura em São Paulo e preço acessível. Mas por que estou falando isso? O Alice possui uma plataforma digital onde me conecto diretamente com o meu time de saúde – escolhido por mim e composto por médico, enfermeiras, nutricionista e preparador físico –, e isso faz com que fique mais fácil de compartilhar os dados que coletei com o Apple Watch e registro no Saúde. 

Em um dos atendimentos, quando identifiquei que meus batimentos estavam muito altos em repouso, o médico de plantão comentou que vinha estudando os dados do Apple Watch como referências para atendimentos. Um ponto que achei bem interessante. E, quando minha enfermeira perguntou se podia aferir e compartilhar os registros da minha pressão durante uma semana, eu já falei de bate e pronto: “Eu já tenho, está tudo aqui no aplicativo”.

Além disso, o Saúde possui a funcionalidade de Medicamentos, que te lembra de tomar os medicamentos diários, além de manter um registro de quando eles foram consumidos e exportar em PDF a lista de medicamentos atuais.

O Apple Watch, principalmente as novas versões, são ainda mais poderosos e podem registrar muitos outros aspectos da saúde – vale lembrar que o novo Series 8 chega, por exemplo, a identificar o período de ovulação, entre outros –, mas como comentei, estou retomando os cuidados com a saúde e os exercícios.

Aos poucos vou evoluindo e mostrando mais do que o conjunto Apple Watch, Saúde e uma equipe de saúde antenada pode fazer. Pode parecer uma relação muito básica, mas quando seu médico está aberto a novas tecnologias, este conjunto pode ser poderosíssimo.

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